Gestão Meio Ambiente Sustentabilidade

Eis OS 5 “ C ”s para a Sustentabilidade:

CONHECER, COMPROMETER-SE, COMPORTAR-SE, COMPARTILHAR, CONSTRUIR

Aurélio Barbato

“Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade”.

Edson Marques

Aposto com todas as minhas forças que a educação é a base para o desenvolvimento sócio ambientalmente sustentável; Da TERRA, do PAIS, da EMPRESA, do CIDADÃO, agora somos todos DO MUNDO!

PARABÉNS E CONGRATULAÇÕES À SÁBIA DIREÇÃO DESTA EMPRESA DENTRE AS MAIS CONCEITUADAS NO MERCADO E DE RENOME INTERNACIONAL da qual muito nos orgulhamos de serem nossos Parceiros.

PARABÉNS E CONGRATULAÇÕES a cada um dos Amigos aqui presentes, que estão investindo na sua própria informação e formação como CIDADÃOS CONSCIENTES DISPOSTOS À MUDANÇA COMPORTAMENTAL.

[…] ”a cidadania é a oportunidade de fazer a diferença no lugar ao qual você pertence. É essa força que as organizações devem encontrar, na medida em que os indivíduos passem a esperar de suas comunidades de trabalho os mesmos direitos, liberdades e responsabilidades encontradas em sua comunidade mais ampla. ” Charles Handy

“Uma abordagem ampla da questão dos resíduos, colocaria em xeque as atuais estruturas do poder, alicerçadas em um paradigma eminentemente econômico. O que se observa atualmente é o desenvolvimento de técnicas que visam somente desobstruir o gargalo que os resíduos representam ao consumo ou no máximo promover o reaproveitamento dos materiais atrativos economicamente.

Diante desse quadro evidencia-se a necessidade de uma compreensão mais global da questão, o que certamente implica em uma profunda avaliação histórica das relações homem-meio ambiente. Mais do que uma avaliação simplesmente técnico-economica dos diversos métodos e tecnologias empregadas no processamento dos resíduos é premente a busca de uma nova proposta metodológica que permita enfocar os principais componentes estruturais da questão.” -Figueiredo, 1995-.

Responsabilidade Socioambiental

1º. W – O quê? What?
2º. W – Onde? Where?
3º.W – Quando? When?
4º. W – Qual? Which?

5º. W – Por quê? Why?

6º. W – Quem? Who?.

7º .W- Como? How?

Programa: Introdução

Automotivação pela melhoria continua como fator determinante da melhoria da qualidade de vida, empreendedorismo, princípios, auto avaliação, autoconhecimento, integração, sinergia

Contrato de convivência – O que fazer

Ouvir;
Ser objetivo;
Ter enfoque global;
Harmonizar;
Ideias objetivas sem termos técnicos;
Manter o foco;
Chegar em consenso.
Respeitar as ideias dos outros;
Transparência e confiabilidade;

Devemos evitar

Polêmica;
Conflito;
Perder o foco;
Radicalismo;
Divagações.

Obstáculos/Desafios

Falta de mão-de-obra preparada e qualificada;
Falta de empresas qualificadas/preparadas tecnicamente;
Atualização da normativa para transportes;
Acomodação por falta de fiscalização efetiva;
Desconhecimento da destinação dos resíduos;
Falta de fiscalização;
Deficiência na aplicabilidade de novas tecnologias na redução de geração de resíduos;
Falta consciência em meio ambiente;
Falta de opções para destinação final adequada;
Desconhecimento e interpretação da legislação;
Falta de tecnologia acessível -geração, tratamento, destinação-;
Desconhecimento dos resíduos gerados no processo;
Dificuldade na caracterização dos resíduos;
Falta alternativas de tratamento e disposição final de resíduos;
Falta plano de gerenciamento de resíduos;
Falta de conhecimento;
Falta analise do ciclo de vida do produto;
Pequenas gerações logísticas;
Falta responsabilidade civil;
Custo elevado de destinação e transporte;
Falta de opções no mercado;
Melhor gestão ambiental -técnica/administrativa-.

Potencialidades e oportunidades

Pesquisa e desenvolvimento;
Resíduo como fonte de matéria-prima;
Geração de receitas a partir dos resíduos;
Novos profissionais e qualificação;
Novos mercados, produtos e equipamentos;
Incentivo a pesquisa e ao desenvolvimento;
Incentivo ao uso de tecnologias mais limpas;
Divulgação do resultado de inventário de resíduos;
Estabelecer ações efetivas a partir do inventario de resíduos;
Educação ambiental voltada para as empresas;
Oportunidade e preparação de novas empresas;
Desenvolvimento e estudos de novas tecnologias -pesquisa-;
Integração entre os atores envolvidos no setor resíduos;
Redução de custos nos serviços de tratamento e disposição;
Resoluções e normas existentes;
Otimização e aplicabilidade das tecnologias existentes;
Criação de um fórum -desperdício zero- para debate.

ESTRATÉGIAS/AÇÕES QUE PODEM SER IMPLANTADAS

Divulgar e esclarecer a legislação.
incentivar a pesquisa em novas tecnologias limpas.
conscientizar os geradores da importância dos 3 R´s.
implementar sistemática de educação continuada para setor de resíduos.
tornar transparentes as ações fiscalizadoras, códigos e regulamentações.
criar processo de assistência -consórcio- para apoio às pequenas e microempresas.
mobilizar o setor industrial originando um documento para apreciação do poder público
Através de um representante da classe que fará as articulações políticas objetivando o

Sucesso do programa.

fortalecer os órgãos ambientais.
conscientizar o setor industrial.
10.revisar processos industriais buscando a redução de geração de resíduos.

11.viabilizar novas alternativas de tratamento e destinação.

12.diminuir os custos no gerenciamento de resíduos.

13.instituir Fóruns de discussões permanentes.

14.divulgar resultados positivos no gerenciamento de resíduos.

15.divulgar a todas as entidades a importância e a necessidade de cumprirem a legislação pertinente.

16.orientar onde e como as empresas devem buscar as informações.

17.esclarecer sobre penalidades previstas.

18.certificar prestadores de serviços.

19.criar controles de fiscalização dos resíduos.

20.implementar a continuidade do controle e fiscalização através do inventário estadual.

CONTRATO DE GRUPO

DE QUE MODO POSSO CONTRIBUIR COM ESSE GRUPO ?

DE QUE MODO POSSO CONTRIBUIR PARA ATINGIR OS OBJETIVOS DO PROGRAMA?

Monitorar, cobrar e se comprometer.
comprometimento com as decisões e ações futuras.
tendo comprometimento e não apenas envolvimento.
comprometendo-se com os objetivos do Grupo e se tornando um agente multiplicador das ações propostas.

Fonte: FORUM SEMA_PR

Não deixarmos que a complexidade da realidade nos leve a perder a noção do todo; atuar localmente;

Responsabilidade Compartilhada!

Lealdade!

Ética!

Comprometimento!

A partir de agora vamos marcar para logo, se possível amanhã, a primeira reunião do nosso GIS – um Grupo Interdepartamental de Responsabilidade Socioambiental para Desenvolvimento Sustentável desta EMPRESA e começarmos a delinear os planos a serem implementados, o que será feito, sempre condicionado à prévia e sábia aprovação e o apoio imprescindível da DIRETORIA da EMPRESA,

GRATO A TODOS! ESTOU FELIZ E EMOCIONADO DE PARTICIPAR DESTE EVENTO COM VOCES E COMPARTILHARMOS JUNTOS NOSSO AMOR PELA SUSTENTABILIDADE DO PLANETA E NOSSAS VIDAS!

PLENO ÊXITO

Muito obrigado

Políticas propostas

Valores e transparência – A Organização

Possui missão e valores definidos

Identifica e articula valores éticos claros

Educa os funcionários sobre ética

Tem um código de ética e o dissemina

Possui política contra propaganda preconceituosa

Trabalha em clima de colaboração para promover mudanças

Tem mecanismos para ouvir reclamações e sugestões

Estimula a participação consciente do funcionário como cidadão fora da empresa

Público interno – A Organização
Avalia as necessidades dos funcionários/ terceirizados

Paga no mínimo o piso salarial para as categorias profissionais empregadas

Estimula e recompensa colaboradores que apresentam sugestões para a melhoria dos processos internos

Ações para erradicar o analfabetismo entre colaboradores

Procura auxiliar os estudos dos funcionários

Estimula os funcionários a realizarem trabalho voluntário

Oferece planos de saúde

Estimula a prática de esportes

Inclui e adapta deficientes físicos no quadro de funcionários

Elimina o fumo no ambiente de trabalho

Oferece condições de trabalho com saúde e segurança

Bullying

Assédio Moral

Meio ambiente – A Organização
Estabelece uma política ecológica de compras

Utiliza um sistema de coleta seletiva

Política de recolhimento e destinação de pilhas/ baterias

Aluga os equipamentos que só são utilizados ocasionalmente

Usa produtos de limpeza não tóxicos e com grau mínimo de agressão

Aplica técnicas eficientes para administrar o uso de energia ou usa iluminação inteligente

Promove o uso do transporte público ou comunitário

Instalação de acessórios e dispositivos para economizar água

Trabalha em parcerias com entidades focadas no meio ambiente

Utiliza técnicas de construção ecologicamente corretas

Possui programas de apoio à proteção de áreas naturais

Participação em comitês ou conselhos -locais ou regionais- para discutir a questão ambiental junto ao governo e à comunidade

Afiliado a entidade-s- ambientalista-s-

Participação em instâncias de gestão de Unidades de Conservação

Desenvolve atividades em Unidades de Conservação -pública ou privada-

Fornecedores – A Organização
Critérios de seleção e avaliação de fornecedores vão além de somente preço e qualidade – critério do melhor preço x menor preço-

Padrões exigidos devidamente estabelecidos nos contratos com os fornecedores

Acompanhamento, na cadeia de fornecedores, do cumprimento da legislação que proíbe o uso de mão-de-obra infantil

Apoio ao desenvolvimento de fornecedores para adequação às Diretivas

Solicitação de algum tipo de certificação de seus fornecedores

Iniciativas conjuntas com os concorrentes para a compra conjunta de insumos comuns, compartilhando vantagens recíprocas

Compartilhamento dessas vantagens com os colaboradores

Consumidores/clientes – A Organização
Comunicação com os clientes sobre seus produtos e serviço é específica, correta e justa ou melhor, equitativa

Promoção do uso dos produtos/ serviços com segurança

Respeito à privacidade do cliente

Treinamento dos profissionais de atendimento para tratamento e respeito aos direitos dos clientes

Habilita os profissionais de atendimento a expor aos clientes, com clareza, a natureza e o conteúdo das atividades oferecidas, bem como a compatibilidade das mesmas com o seu perfil

Formas de relacionamento pós-venda estabelecidas

Estabelece contato por escrito com os clientes

Procedimentos para avaliação da qualidade dos serviços prestados

Orientação quanto à práticas de consumo consciente

Orienta cliente para evitar práticas de abuso sexual/prostituição infantil

Divulgação de programas sociais ou ambientais da empresa visando diferenciar suas marcas e aumentar vendas

Comunidade – A Organização
Gerenciamento do impacto da empresa na comunidade vizinha

Relações com organizações locais

Desenvolve ações sociais -doações, apoio a projetos sociais, projetos sociais próprios-

Estímulo ao voluntariado

Participação ativa junto com outras empresas na discussão dos Obstáculos/Desafios comunitários e no encaminhamento de soluções

Destinação de perdas ou sobras de produtos para programas sociais

Recrutamento de funcionários nas comunidades vizinhas

Campanhas educacionais e/ou de interesse público na comunidade, sozinha ou em parceria com outras empresas

Planejamento de ações de cunho social incluído no planejamento da empresa

Setor Público – A Organização
Cumprimento de compromissos com o governo de maneira ética e responsável -pagamento regular de impostos e proibição de oferecimento de propina de qualquer espécie- Governança Corporativa

Participação em Projetos Sociais Governamentais

Parceria com escolas públicas, visando à melhoria da qualidade do ensino – Práticas estabelecidas anticorrupção e anti propina

Liderança e influência social -participação sistemática em elaboração de propostas amplas de interesse público e caráter social-.

Materiais poluentes, dentre alguns que são considerados metais pesados.

Chumbo

Encontrado na indústria de baterias automotivas, chapas de metal semi-acabado, canos de metal, cable sheating, aditivos em gasolina, munição;

Indústria de reciclagem de sucata de baterias automotivas para reutilização de chumbo, componentes eletrônicos e no processo de soldagem utilizado na indústria eletro-eletrônica.

Atinge o sistema nervoso e o sistema cárdio- vascular. Tem efeito acumulativo e efeitos altamente tóxicos em animais, plantas e microorganismos.

Cádmio

Seus compostos são utilizados em pigmentos e pinturas, baterias, processos de galvanoplastia, solda, acumuladores, estabilizadores de PVC, reatores nucleares. Também utilizado na fundição e refinação de metais como zinco, chumbo e cobre. Minerais de zinco constituem a principal fonte de cádmio.

Este elemento é obtido durante os processos eletrolíticos de fundição utilizados para refinações de zinco e outros metais Todos os concentrados de zinco apresentam como constituinte menor e inevitável de 0,1 a 0,3% de cádmio. Utilizado em baterias NiCd.

Cancerígeno, ataca os rins e causa desmineralização óssea.

Bioacumulativo, tóxico e resistente à decomposição.

Mercúrio

Principais fontes são a mineração e o uso de derivados na indústria e na agricultura; células de eletrólise do sal para produção de cloro. A mineração contribui com 50% e o restante provém de atividades industriais -catálise, fabricação de instrumentos, equipamentos elétricos, pintura e fabricação de pesticidas-. Utilizado em baterias, lâmpadas fluorescentes, sensores, relés e chaves.

Causa danos ao cérebro e tem características cumulativas. É acumulado por organismos vivos.

Cromo VI hexavalente

Utilizado na fabricação de corantes e pigmentos, curtumes, galvanização, tijolos e revestimento de fornos e preservação de madeiras. O Cromo VI tem sido usado pela indústria de eletrônicos como tratamento anti-corrosivo, bem como para blindagem elétrica para alguns componentes. O Cromo VI integra a listagem da EPA -Agência Ambiental dos EUA- dos 129 poluentes mais críticos.

Tóxico e alérgico. Facilmente absorvido pelas células e tem efeito alérgico e tóxico.

PBB´s e PBDE´s

Os retardadores de chama são adicionados aos polímeros usados em uma vasta gama de materiais, tais como equipamentos elétricos e eletrônicos, tintas para pintura, produtos têxteis e em karts e aeronaves para evitar

que se incendeiem.

Cancerígenos e neurotóxicos. Solúvel, bioacumulativo e resistem à decomposição.

São vários os Sistemas de Gestão Disponíveis sendo que cada um deles se aplica melhor a uma situação, organização e circunstância.

O contexto sempre é muito importante na definição do Sistema de Gestão mais adequado.

Observações

Responsabilidade Socioambiental é Business – Sustentabilidade é Business – Globalização – Competitividade – Governança Corporativa – Responsabilidade Social – Melhoria Contínua

Os Balanços Sociais das organizações são a base dos cálculos dos indicadores sociais a serem analisados, revelando quando e qual desempenho eles tiveram e demonstram a tendência de crescimento e as políticas de responsabilidade socioambiental e compliance das empresas analisadas.

Indicadores sociais internos

Em relação aos indicadores sociais internos, as tabelas permitem observar se foram direcionados percentuais expressivos para os usuários internos, principalmente em relação à distribuição dos lucros da empresa.

Nota-se, com base nessas informações, se a empresa procura, de uma certo modo motivar seu corpo funcional a desempenhar de formasatisfatória suas atividades com a relativa pretensão de que os mesmos venham agregar mais valores em seus resultados operacionais, ocasionando naturalmente um retorno para a organização.

Outras tabelas revelam se a empresa tem investido bastante em seus colaboradores, destacando-se como indicadores mais expressivos a alimentação, ocorrida através da distribuição de vale cesta e vale alimentação com o compartilhamento por parte do colaborador.

A saúde, que é disponibilizada para os colaboradores através de um plano de saúde próprio da empresa em que os colaboradores pagam percentuais diferenciados, de acordo com a faixa salarial de cada colaborador.

O restante, independentemente do valor, é coberto pela empresa, é um dos indicadores internos que apresenta evolução a ser considerada em relação à Receita Líquida.

Na capacitação de seus funcionários foram realizados investimentos nos anos analisados.

A capacitação é direcionada para treinamentos e bolsas de estudos

para Graduação, Pós-graduação e Cursos de Idiomas.

Entretanto, esse indicador interno comporta-se com o crescimento da empresa.

Quanto à participação nos lucros, destaque-se se existiu aumento no percentual de investimentos neste indicador, sendo importante observar se esse indicador tem revelado maior percentual evolutivo no período analisado proporcionalmente ao de crescimento.

Indicadores sociais externos

Referindo-se aos indicadores sociais externos, as tabelas mostram os percentuais de investimentos em educação, cultura e esporte, nos dois analisados.

Tais investimentos são materializados, principalmente, através de patrocínios, o que poderá promover a inclusão social de comunidades carentes.

Destaca-se o indicador referente à educação.

Os indicadores saúde/saneamento, combate à fome e segurança alimentar precisam mostrar algum tipo de investimento, caso contrário, a empresa tem deixado a desejar especialmente se for reconhecida como uma empresa que investe no social, e tem compromisso com a sociedade.

Indicadores ambientais

As importantes tabelas de indicadores ambientais mostram se a empresa realizou investimentos ambientais nos anos analisados e se os percentuais foram expressivos em relação a sua receita líquida e folha de pagamento bruta.

A avaliação desses itens exige uma crítica adequada dos indicadores, não só pela situação atual demonstrada no balanço analisado, como também, em virtude dela definir e cumprir metas anuais para minimizar resíduos, e adequar-se à legislação vigente.

Outras tabelas mostram os indicadores complementares, mas igualmente relevantes, apresentam a evolução do número de colaboradores e o número de novos funcionários.

Ainda, com base nas tabelas verifica-se se existiu redução de contratações no que diz respeito aos colaboradores terceirizados. Percebe-se, também, se a empresa está optando ou não pela alternativa de contratação de mais estagiários, casa seja informado se houve um aumento de um ano para o outro em proporção ao efetivo da empresa.

Nota-se que com essa atitude, a empresa proporciona novas oportunidades de trabalho a pessoas com menos experiência, entretanto, beneficia-se com a possível diminuição dos seus encargos sociais considerando que essa mão-de-obra não é geradora de vínculo empregatício.

A presença de mulheres em cargos de chefia é também um indicador importante, revelando, quando é significativo, que a empresa admite em cargos de chefia profissionais, independentemente do gênero.

Em relação aos negros, portadores de necessidades especiais e outras minorias, os dados mostram se permaneceu ou aumento a proporção deles entre os colaboradores, e se o percentual de cargos de chefia ocupados pelos mesmos acompanhou essa evolução.

Verificando-se as informações expostas nas tabelas, observa-se a evolução do número de acidentes de trabalho e se a meta para o ano foi alcançada, bem como qual é a meta para o ano seguinte, e se permaneceu praticamente inalterada, mostrando um percentual em relação ao número de colaboradores.

Reconhece-se se tem que ser um percentual aceitável, considerando-se as atividades de periculosidade de parcela dos funcionários, quais foram as providências, e se são provavelmente resultado de políticas preventivas desenvolvidas pela empresa.

No que tange aos projetos sociais e ambientais desenvolvidos pela empresa é importante constatar como são escolhidos e decididos, mostrado se são ou não exclusivamente de iniciativa da alta direção, deixando transparecer se a empresa poderia vir a ser mais democrática, no momento em que não incluísse as sugestões e opiniões de seus colaboradores.

Quanto às reclamações na Justiça é importante verificar qual foi a quantidade nos anos anteriores e qual é a meta para o ano seguinte.

Quanto ao Atendimento ao Consumidor, é importante constatar no Procom ocorreram se reclamações e qual a meta para o ano seguinte, estipulando-se propostas de melhoria, para uma adequada redução.

As reclamações registradas na própria empresa, através da Central de Atendimento ao Cliente mostram números expressivos que precisam ser analisados e, considerando que a meta prevista para o ano seguinte estipula aumento de melhoria, observe-se que cumulativamente e, a longo prazo, poderá afetar a imagem institucional da empresa junto aos stackholders.

Todavia é importante comparar se o número de reclamações tem correspondência com o aumento da demanda da empresa e se o desempenho de novos contratos fez crescer o fluxo nas operações e consequentemente impactando nas exigências dos usuários.

A empresa apresenta as metas para o ano subsequente, em que são demonstrados seus objetivos a serem alcançados.

Percebe-se se no Balanço Social da empresa poderia ter evidenciado com mais pormenores as informações da equipe encarregada pela elaboração do referido Balanço.

Pode-se concluir com estas análises, considerando que o Balanço Social é uma importante ferramenta de divulgação da vida das empresas, ele é capaz de contribuir para a consolidação da imagem ética das empresas junto à sociedade.

6 Conclusões

A economia moderna exige que as empresas tenham responsabilidades sociais com seus colaboradores, seus clientes, fornecedores e acionistas, bem como com a comunidade

em que atuam, e com o meio ambiente, não mais restringindo às finalidades intrínsecas de cuidar exclusivamente de seu desempenho como empresa.

A sociedade quer saber também qual a contribuição que a empresa faz ao desenvolvimento e a sua melhoria como um todo.

Quanto mais transparente for a demonstração dessa contribuição, maior será sua credibilidade junto ao público.

O Balanço Social é um instrumento de gestão e de informação que evidencia plenamente as informações sociais quantificadas do desempenho das entidades e organizações, propiciando a visão completa da participação, contribuição social e econômica da empresa em seu ambiente de atuação, agregando, assim, um conjunto de informações, relacionando as despesas das empresas em itens considerados sociais.

Existem vários modelos de demonstração de Balanço Social que revelam a preocupação da empresa em adequar-se e adotar modelos conceituados, acompanhando a tendência das grandes empresas.

É importante:

Constatar a credibilidade da marca como a principal vantagem entre tantas advindas dos investimentos sociais desenvolvidos pela empresa.

Quantificar se foi direcionado adequado investimento em educação e treinamento para os colaboradores estimulando-os a desempenharem de melhor modo suas atividades, e agregarem mais valor aos seus resultados.

Recomendar à organização destinar melhores investimentos em educação, saúde/saneamento e combate à fome e à segurança alimentar, melhorando os indicadores dos Balanços Sociais anteriores.

Ser demonstrado à alta direção da empresa que se posicione quanto a políticas expressas, a disposição de maior envolvimento e compromisso com a sociedade, para realmente poder ser considerada uma empresa socialmente responsável.

O PV e seus Doze valores

O PV – 43 – Partido Verde expressa os seus Doze Valores, de modo enfático, são altamente relevantes com os princípios da COP 21 e adequados e compatíveis com o regime democrático e a permanente construção de uma realidade condizente com os anseios de desenvolvimento sustentável.
Quem procura uma alternativa política, dentre as várias que se oferecem, encontra o Partido Verde que tem nesses Doze Valores os pilares dos seus fundamentos.
É importante relembrar e divulgar aqui os Doze Valores:

9 – A Diversidade: A diversidade, a troca e a integração cultural, étnica e social para uma sociedade democrática e existencialmente rica. Preservação do patrimônio cultural. Contra todas as formas de preconceito e discriminação racial, cultural, etária ou de orientação sexual.

10 – O Internacionalismo: A solidariedade planetária e a fraternidade internacionalista diante das tendências destrutivas do chauvinismo, etnocentrismo, xenofobia, integrismo religioso, racismo e do neofascismo a serem enfrentados em escala planetária, assim como as agressões ambientais de efeito global.

11 – A Cidadania Feminina: A questão masculino/feminino deve ser entendida de forma democrática, avançando no sentido de se conceber uma profunda interação entre os dois polos, nos diversos setores da sociedade, visando a uma real adequação às necessidades circunstanciais. Homem e mulher devem buscar, como integrantes do sistema social, mudanças e transformações internas que venham a se traduzir numa prática de caráter fundamentalmente cooperativo. Maior poder, maior participação e maior afirmação da mulher e dos valores e sensibilidade feminina, além do combate a todas as formas de discriminação machista ou sexista, por uma comunidade mais harmônica e pacífica.
12 – O Saber: O investimento no conhecimento como única forma de sair da indigência, do subdesenvolvimento e da marginalização para uma sociedade mais informada e preparada para o novo século. Erradicação do analfabetismo, educação permanente e a reciclagem de conhecimentos durante toda a vida. Prioridade ao ensino básico, garantia de escola pública, gratuita e de qualidade para todos”.
De um modo geral, grande número de pessoas se solidariza, por afinidade, com esses Doze Valores, identificando-se com os Valores do PV 43, Partido Verde.
Os Doze Valores, além de servirem para orientar a ação dos membros do PV 43, também podem inspirar as ações de outros partidos e cidadãos e cidadãs simpatizantes que, ao se identificarem com eles, estarão apoiando os representantes e as atividades d

O PV e seu Doze Valores

O PV – 43 – Partido Verde expressa os seus Doze Valores, de modo enfático, são altamente relevantes com os princípios da COP 21 e adequados e compatíveis com o regime democrático e a permanente construção de uma realidade condizente com os anseios de desenvolvimento sustentável.
Quem procura uma alternativa política, dentre as várias que se oferecem, encontra o Partido Verde que tem nesses Doze Valores os pilares dos seus fundamentos.
É importante relembrar e divulgar aqui os Doze Valores:

7 – A Espiritualidade: A transformação interior das pessoas para a melhoria do planeta. Reconhecimento da pluralidade de caminhos na busca de transcendência através de práticas espirituais e de meditação ao livre arbítrio de cada um.

8 – O Pacifismo: O desarmamento planetário e local, a busca da paz e o compromisso com a não-violência e a defesa da vida. O Multiculturalismo.

9 – A Diversidade: A diversidade, a troca e a integração cultural, étnica e social para uma sociedade democrática e existencialmente rica. Preservação do patrimônio cultural. Contra todas as formas de preconceito e discriminação racial, cultural, etária ou de orientação sexual.

O PV Partido Verde e os doze 12

O PV – 43 – Partido Verde expressa os seus Doze Valores, de modo enfático, são altamente relevantes com os princípios da COP 21 e adequados e compatíveis com o regime democrático e a permanente construção de uma realidade condizente com os anseios de desenvolvimento sustentável.
Quem procura uma alternativa política, dentre as várias que se oferecem, encontra o Partido Verde que tem nesses Doze Valores os pilares dos seus fundamentos.

É importante relembrar e divulgar aqui os Doze Valores:

1 – A Ecologia: A preservação do meio ambiente, o ecodesenvolvimento – ou desenvolvimento sustentável, a reciclagem e a recuperação ambiental permanente.

2 – A Cidadania: O respeito aos direitos humanos, o pluralismo, a transparência, o pleno acesso à informação e a mobilização pela transformação pacífica da sociedade.

3 – A Democracia: O exercício da democracia representativa, através do processo eleitoral e da existência de um poder público eficiente e profissionalizado, combinado com mecanismos participativos e de democracia direta, sobretudo em âmbito local, através de formas de organização da sociedade civil e conselhos partidários com o Poder Público.

Meio Ambiente Gestão de RPPN

Meio Ambiente Reserva Particular do Patrimônio Natural–RPPN Programa de Desenvolvimento do Turismo Sustentável em RPPNs do Brasil-RPPN e o GT ProEcoTur da CNRPPN

Prezados Amigos, retornamos a esta Coluna para escrever sobre Reserva Particular do Patrimônio Natural–RPPN Programa de Desenvolvimento do Turismo Sustentável em RPPNs do Brasil-RPPN e o GT ProEcoTur da CNRPPN um dos mais relevantes, em termos de possibilidades práticas, entre tantos e tão variados temas relativos à Sustentabilidade que, na maioria das vezes, os interessados em Meio Ambiente e Sustentabilidade, no afã de suas rotinas, se esquecem de dedicar um pouco mais de atenção a alguns deles, entre vários de extrema relevância.

Pois bem, encurtando a prosa, todos sabem que as matas ciliares, às margens e cabeceiras dos rios e lagos, mananciais, são essenciais para o regime das águas. Muito bem, as Reservas Particulares do Patrimônio Natural as RPPNs, que fazem parte desse complexo de procedimentos conservacionistas são um importante fator de preservação ambiental e de promoção socioambiental equitativa.

Diz a Wikipédia, a enciclopédia livre:

“ Reserva Particular do Patrimônio Natural é um dos tipos de unidades de conservação brasileiras previstas no Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. Criada através da Lei 9.985, de 18 de julho de 2000, consta que “a Reserva Particular do Patrimônio Natural é uma área privada, gravada com perpetuidade, com o objetivo de conservar a diversidade biológica”.

A RPPN é um tipo de unidade de conservação da Natureza, criada individualmente pela vontade e iniciativa unilateral do proprietário rural, o qual decide transformar suas terras em reservas e assume o compromisso com a conservação da Natureza, que é um vínculo perpétuo. A importância das RPPNs é que elas protegem as riquezas naturais do local e da região onde são implantadas, contribuem para a preservação da água, a regulação do clima, filtragem e oxigenação do ar, possibilitam pesquisas científicas e prestam outros serviços ambientais similares afins.

Um desses aspectos muito importantes é o de proporcionar familiarização dos visitantes com a Natureza, com o desenvolvimento e a prática de atividades turísticas, recreativas, de educação e pesquisas realizadas nas RPPNs, previamente autorizadas pelo órgão ambiental que reconheceu a RPPN.

Essas atividades paralelas geram renda extra e, o que é muito importante e de grande valor, promove o elevado reconhecimento social dos seus proprietários na região à qual pertencem; As RPPNs desenvolvem atividades relativas ao artesanato, projetos culturais, artes culinárias, ecoturismo, educação ambiental, práticas de folclore, música e danças entre outras sinergias com o Meio Ambiente, meditação ao ar livre e outras práticas e atividades saudáveis, caminhadas ao ar livre, escaladas, assegurando a proteção de espécies nativas vegetais e animais.

O primeiro ato legal de criação das RPPNs foi o Decreto N.º 98.914, de 1990; esse foi substituído pelo Decreto n.º 1.922/1996, que focava na criação de áreas protegidas pela iniciativa dos proprietários de terras particulares.

A Lei n.º 9.985, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC definiu as RPPNs como uma das categorias de unidade de conservação do grupo de uso sustentável e são reguladas pelo Decreto n.º 5.746/2006.

Além das características mencionadas anteriormente, as RPPNs promovem, entre outras, a conservação da diversidade biológica local e regional, proteção dos recursos hídricos, o manejo sustentável dos recursos naturais e, o que é muito importante, também, a preservação das belezas dos cenários naturais e dos ambientes históricos.

A RPPN pode ser criada por ato voluntário de pessoas físicas ou jurídicas, que sejam proprietárias de imóveis rurais ou urbanos, com potencial para a conservação da natureza e têm o direito de propriedade plenamente assegurado, mas tem o status é de área protegida privada perpétua.

Obtendo a sua RPPN, que naturalmente mantém a conservação da sua área natural, o proprietário desfruta de benefícios como: i ) a isenção do Imposto Territorial Rural – ITR relativo à RPPN; ii) a faculdade de explorar e desenvolver atividades de ecoturismo e educação ambiental; iii) pode fazer parcerias com organizações públicas e privadas para proteção, manejo e gestão da RPPN; iv) terá preferência na concessão de crédito agrícola, nas instituições oficiais de crédito.

Qual deve ser a extensão da área da RPPN? Qualquer. Quando o proprietário da gleba solicita a criação da RPPN, o órgão oficial procede à vistoria técnica para reconhecer se a propriedade tem os atributos essenciais à RPPN.

O requerimento de criação da RPPN, quando de âmbito federal, será encaminhado ao ICMBio, a quem cabe a criação e fiscalização das unidades de conservação; O requerimento será encaminhado aos órgãos ambientais estaduais ou municipais, quando for solicitada a criação de RPPN na esfera estadual ou municipal. De todo modo, uma vez reconhecida, não existe diferença entre elas.

Breve histórico: Quanto ao Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC, teve origem da década de 1970, quando o então Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal – IBDF, apoiado pela organização não-governamental – ONG- Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza, criou o Plano do Sistema de Unidades de Conservação do Brasil, publicado em 1979. Esse plano tinha objetivos específicos necessários à conservação da natureza e propunha novas categorias de manejo dos recursos naturais, as quais não eram previstas na legislação da época – Código Florestal Brasileiro, de 1965 e a Lei de Proteção à Fauna, de 1967. A segunda etapa do plano, elaborada pelo IBDF, foi sancionada pelo governo em 1982 e publicada com o seu nome e siglas atuais – Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza -SNUC.

Naquela época não existia amparo legal ao Sistema e evidenciou-se a necessidade de lei que incorporasse os conceitos definidos no mesmo, fornecendo os mecanismos legais para a categorização e o estabelecimento de unidades de conservação no Brasil. A ONG Fundação Pró-Natureza – FUNATURA, com recursos inicialmente da Secretaria Especial do Meio Ambiente -SEMA e do IBDF, que foi extinto e, sucedido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, reuniram um grupo de especialistas a partir de julho de 1988 visando a revisão e atualização conceitual do conjunto de categorias de unidades de conservação, incluindo a elaboração de um Anteprojeto de Lei, para dar suporte legal ao Sistema. Os trabalhos foram concluídos em 1989e resultaram em duas versões de Anteprojetos de Lei, que foram publicados pelo IBAMA e pela FUNATURA. Os Anteprojetos de 1989 foram extensivamente discutidos tanto no Executivo como no Legislativo, que os tornaram objeto de discussões e de várias consultas públicas e, após adequações, foram publicados na forma da Lei Nº 9.985, de 18 de julho de 2000 e Decreto Nº 4.340, de 22 de agosto de 2002, que regulamenta o SNUC.

Pois bem, retornando ao tema principal, tendo feito esse retrospecto para nos reposicionarmos quanto ao contexto do relevante tema RPPN, temos a destacar a importante Pesquisa sobre Ecoturismo em RPPN – realizada recentemente acerca do assunto, e a consolidação está sendo amplamente compartilhada visto que o tema é de interesse global e que representa o marco institucional da iniciativa de sensibilização nacional das RPPNs.

É mister assinalar o reconhecimento do grande, efetivo e decisivo apoio da Ruschel & Associados Negócios e Sustentabilidade, empresa especializada, que preparou e apresentou o relatório “ Pesquisa sobre turismo sustentável em RPPNs” da CNRPPN – Confederação Nacional de Reservas Particulares do Patrimônio Natural.

A Confederação Nacional dos Proprietários de Reservas Particulares do Patrimônio Natural – CNRPPN- anunciou, em 29.05.15, publicamente, que implantará o ProEcotur-RPPNs. programa nacional de desenvolvimento de turismo sustentável para as 1.260 RPPNs as quais preservam cerca de 780.000 hectares.

É importante destacar que a Convenção sobre a Diversidade Biológica – CDB da Organização das Nações Unidas tem reiterado que o turismo é um forte componente socioeconômico para a sobrevivência das áreas de conservação da biodiversidade e, que a Organização Mundial do Turismo – OMT- ressalta o ecoturismo como um dos segmentos que têm apresentado, maior crescimento nos mais recentes dez anos.

ProEcotur-RPPNs – O programa elaborado e, agora anunciado, pela Confederação Nacional de Reservas Particulares do Patrimônio Natural denomina-se ProEcotur-RPPNs fundamentado em levantamentos, pesquisas e entrevistas realizados no primeiro trimestre de 2015, consolida e apresenta as informações recebidas dos proprietários de RPPNs, entrevistados.

A previsão é de que o ProEcotur-RPPNs terá três anos de duração e prevê investimentos e ações em três grandes eixos: Sensibilização, Capacitação e Comercialização.

Os recursos para viabilizar o programa serão captados interna e externamente nos próximos meses em parceria com a Ruschel & Associados Negócios e Sustentabilidade – R&A, que é consultoria especializada em sustentabilidade e turismo sustentável.

Entre outras informações relevantes, o levantamento identificou que, para 81,5% dos proprietários as suas RPPNs têm potencial turístico e estão interessados nessa atividade, mesmo porque 23,5% deles praticam e estão familiarizados com o turismo receptivo e querem se especializar.

Estão previstos, pelo Programa de Desenvolvimento de Turismo Sustentável em RPPNs – ProEcotur-RPPNs eventos regionais com programações em vários temas, inclusive nos temas pesquisados; a elaboração e distribuição de guias, cartilhas e outros informativos; material informativo e instrucional, a capacitação de gestores, técnicos especializados e de profissionais em serviços de turismo, cursos presenciais e à distância.

Na terceira fase do programa, será criado um portal com ofertas de turismo nas RPPNs.

Os interessados em conhecer a íntegra dos resultados dessa pesquisa podem acessar: https://goo.gl/HA4fxi

O programa é Coordenado por Flávio Ojidos e-mail flavio@ojidos.com.br; tel. 11 972-375-851.

O Ecoturismo preservando ecossistemas – Laercio Machado de Sousa, Presidente da CNRPPN, e proprietário das RPPNs Neivo Pires I e II, e diretor da empresa de turismo LTN BRASIL – L’alianXa Travel Network Brasil, de Campo Grande – MS, assegura que o turismo sustentável contribuirá para valorizar o papel das RPPNs no Sistema de Unidades de Conservação do pais. Diz ele: “Nas 1.260 RPPNs brasileiras encontramos atrativos para o desenvolvimento de turismo sustentável com muitos enfoques e muitas variações de flora, fauna e geografia, porque temos unidades em todos os biomas brasileiros e mais agilidade operacional se comparado aos Parques Nacionais. A oferta de programas de turismo sustentável certamente vai contribuir economicamente para a gestão dessas unidades e, com isso, reforçar seu papel ambiental, cultural e socioeconômico”.

Flávio Ojidos, Vice Presidente e Diretor de Ecoturismo da CNRPPN e advogado especialista em Direito Ambiental e conservação voluntária em terras privadas, lembra que em uma RPPN podem ser desenvolvidas atividades de educação ambiental, pesquisa científica e ecoturismo. “Neste programa consideramos Turismo Sustentável aquelas atividades com as vertentes de turismo ecológico, rural, educacional, científico e de observação do ambiente natural. Precisamos atuar com vistas a viabilizar a conservação dessas áreas e o turismo sustentável certamente é uma grande oportunidade para um país como o Brasil.”

Rogerio Raupp Ruschel, presidente da R&A e consultor especializado em negócios sustentáveis, relembra que um programa similar a este ajudou a organizar e alavancar o ecoturismo no Brasil. “Em 1994, em parceria com o WWF Brasil, realizamos uma pesquisa sobre o perfil dos empreendedores de ecoturismo e a partir daquela pesquisa foi definida uma agenda nacional para a atividade, realizado o primeiro grande evento de ecoturismo do Brasil – a Bienal de Ecoturismo de Canela – e geradas uma série de iniciativas que nos anos seguintes fizeram o setor deslanchar”. Ruschel entende que “o momento está maduro para realizar algo similar com as RPPNs agora, e a CNRPPN é a organização mais adequada para isso”.

A Confederação Nacional de RPPN – CNRPPN- é uma instituição não governamental, sem fins lucrativos, atualmente formada por dezesseis associações estaduais ou regionais de proprietários de RPPNs, representada em todos os biomas brasileiros. A CNRPPN tem por missão contribuir para a conservação da biodiversidade brasileira por meio do fortalecimento das associações de proprietários de RPPN. Ela foi fundada em 2001 e tem focado o seu trabalho no apoio às associações, na divulgação do instituto RPPN, na valorização da categoria e no apoio à criação, gestão e manejo das RPPNs, bem como na busca pela promoção do desenvolvimento sustentável. Em 1997 surgiu a primeira Associação deProprietários de RPPN, no Rio de Janeiro -APN, seguida pelo Paraná em 1998, chegando atualmente às 16 associações estaduais e regionais distribuídas por todo o país.

A Ruschel & Associados é a empresa pioneira de consultoria em marketing e comunicação para desenvolvimento sustentável e turismo sustentável no Brasil. Em 24 anos prestou consultoria para os governos do Ceará e Tocantins, SEBRAESP e SENAR-SP e fez estudos de viabilidade econômica de projetos de ecoturismo em São Paulo, Santa Catarina, Paraná e na Itália. A R&A realizou duas edições da

FIECOTUR – Feira e Seminário de Ecoturismo e Turismo Sustentável, no Expo Center Norte, em São Paulo-SP, em 2003 e 2004 e foi representante no Brasil por 3 anos do CEFAT – Centro Europeo de Formación Ambiental y Turística. Rogerio Ruschel foi co-criador, professor e coordenador do primeiro curso de pósgradução em Turismo e Meio Ambiente no Brasil no SENAC-SP, em 1997 e Diretor e Presidente do Conselho Consultivo do IEB – Instituto de Ecoturismo do Brasil.

A Coordenação do GT ProEcoTur da CNRPPN está trabalhando no planejamento e elaboração do Plano de Ação para estruturação do “Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo Sustentável em RPPNs do Brasil”, o “ProEcoTur-RPPN”, que contempla o Plano de Ação com três grandes eixos: sensibilização, capacitação e comercialização.

É muito importante que nos organizemos e somemos esforços em atividades de apoio às RPPNs, como:

1) Comunicar e divulgar as RPPNs;

2) Desenvolver atividades e parcerias para promover o fortalecimento, a organização e a sensibilização dos proprietários de RPPNs, e

3) Apoiar iniciativas e políticas públicas que criem condições de sustentabilidade para as RPPNs e que incentivem a criação de novas reservas particulares.

Informações adicionais diretamente com:

Flávio Ojidos, flavio@ojidos.com.br, fone 11 972-375-851 e

Rogerio Ruschel, rogerio@ruscheleassociados.com.br, fone 11-999-743-187

Flávio Ojidos

Advogado e Consultor Ambiental

Conselheiro da FREPESP – Frepesp – Federação das Reservas Ecológicas Particulares do Estado de SP

Vice Presidente da CNRPPN – CNRPPN – Confederação Nacional de Reservas Particulares do Patrimônio Natural

Coordenador do GT ProEcoTur da CNRPPN

Gestor da -futura- RPPN Chico Nunes, em Cruzeiro – SP.

O Dr. Flávio Ojidos, – Advogado e Consultor Ambiental – Coordenador do GT ProEcoTur, da CNRPPN, convida os profissionais da área, gestores ou proprietários, ou não, de RPPN, a participar do GT ProEcoTur da CNRPPN, que está trabalhando na formatação desse Plano de Ação.

Solicita-se que os interessados encaminhem mensagem de interesse/adesão diretamente ao e-mail: flavio@ojidos.com.br

Acreditamos na transparência e no trabalho conjunto para transformar a realidade e contamos com a sua participação nesse processo!

Aguardamos, com entusiasmo, sua adesão e interesse!

Atenciosamente,

Aurélio Barbato

Consultor e Ambientalista e Colunista do Portal Ambiente Legal

Reserva Particular do Patrimônio Natural–RPPN Programa de Desenvolvimento do Turismo Sustentável em RPPNs do Brasil-RPPN e o GT ProEcoTur da CNRPPN

Doze Valores PV

O PV – 43 – Partido Verde expressa os seus Doze Valores, de modo enfático, são altamente relevantes com os princípios da COP 21 e adequados e compatíveis com o regime democrático e a permanente construção de uma realidade condizente com os anseios de desenvolvimento sustentável.
Quem procura uma alternativa política, dentre as várias que se oferecem, encontra o Partido Verde que tem nesses Doze Valores os pilares dos seus fundamentos.
É importante relembrar e divulgar aqui os Doze Valores:
1 – A Ecologia: A preservação do meio ambiente, o ecodesenvolvimento – ou desenvolvimento sustentável, a reciclagem e a recuperação ambiental permanente.
2 – A Cidadania: O respeito aos direitos humanos, o pluralismo, a transparência, o pleno acesso à informação e a mobilização pela transformação pacífica da sociedade.
3 – A Democracia: O exercício da democracia representativa, através do processo eleitoral e da existência de um poder público eficiente e profissionalizado, combinado com mecanismos participativos e de democracia direta, sobretudo em âmbito local, através de formas de organização da sociedade civil e conselhos partidários com o Poder Público.
4 – A Justiça Social: Condições mínimas de sobrevivência com dignidade para todas as pessoas. Direitos e oportunidades iguais para todos. O Poder Público como regulador do mercado, protegendo os mais fracos e necessitados, garantindo o acesso à terra e promovendo a redistribuição da renda através de mecanismos tributários e investimento público.
5 – A Liberdade: A liberdade de expressão política, criação artística, expressão cultural e informação; o direito à privacidade; o livre arbítrio em relação ao próprio corpo; a autonomia e a iniciativa privada, no âmbito econômico.
6 – O Poder Local: O fortalecimento cada vez maior do poder local, das competências municipais e das formas de organização e participação da comunidade. Para transformar globalmente é preciso agir localmente.
7 – A Espiritualidade: A transformação interior das pessoas para a melhoria do planeta. Reconhecimento da pluralidade de caminhos na busca de transcendência através de práticas espirituais e de meditação ao livre arbítrio de cada um.
8 – O Pacifismo: O desarmamento planetário e local, a busca da paz e o compromisso com a não-violência e a defesa da vida. O Multiculturalismo.
9 – A Diversidade: A diversidade, a troca e a integração cultural, étnica e social para uma sociedade democrática e existencialmente rica. Preservação do patrimônio cultural. Contra todas as formas de preconceito e discriminação racial, cultural, etária ou de orientação sexual.
10 – O Internacionalismo: A solidariedade planetária e a fraternidade internacionalista diante das tendências destrutivas do chauvinismo, etnocentrismo, xenofobia, integrismo religioso, racismo e do neofascismo a serem enfrentados em escala planetária, assim como as agressões ambientais de efeito global.
11 – A Cidadania Feminina: A questão masculino/feminino deve ser entendida de forma democrática, avançando no sentido de se conceber uma profunda interação entre os dois polos, nos diversos setores da sociedade, visando a uma real adequação às necessidades circunstanciais. Homem e mulher devem buscar, como integrantes do sistema social, mudanças e transformações internas que venham a se traduzir numa prática de caráter fundamentalmente cooperativo. Maior poder, maior participação e maior afirmação da mulher e dos valores e sensibilidade feminina, além do combate a todas as formas de discriminação machista ou sexista, por uma comunidade mais harmônica e pacífica.
12 – O Saber: O investimento no conhecimento como única forma de sair da indigência, do subdesenvolvimento e da marginalização para uma sociedade mais informada e preparada para o novo século. Erradicação do analfabetismo, educação permanente e a reciclagem de conhecimentos durante toda a vida. Prioridade ao ensino básico, garantia de escola pública, gratuita e de qualidade para todos”.
De um modo geral, grande número de pessoas se solidariza, por afinidade, com esses Doze Valores, identificando-se com os Valores do PV 43, Partido Verde.
Os Doze Valores, além de servirem para orientar a ação dos membros do PV 43, também podem inspirar as ações de outros partidos e cidadãos e cidadãs simpatizantes que, ao se identificarem com eles, estarão apoiando os representantes e as atividades d

Motivação Alinhamento Sinergia

Motivação – Missão – Visão – Valores – Alinhamento – Sinergia – Empresa vencedora!

Do pouco que eu sei e do muito que aprendi nesses anos de dedicação ao setor privado, convivendo com interlocutores de todos os setores e áreas, nacionais e internacionais, o que eu aprendi nessa convivência profícua é que, como dizia um dos membros de eminente fórum, “na prática a teoria é outra”, ou seja, tem que se saber transmutar os conhecimentos em informações práticas que sejam valiosas para manter rejuvenescidas as empresas e motivar os profissionais com aquela garra, para que sejam aguerridos defensores dos interesses da empresa, formem equipes empolgadas com o êxito e orientadas para o triunfo!

É preciso cevar continuamente as equipes para se manterem empolgadas. É preciso cultivar a autoestima dos profissionais para manter as equipes motivadas! É preciso fomentar o interesse e estimular a dedicação à empresa implementando o alinhamento e a afinidade dos profissionais com a Missão, a Visão e os Valores da Empresa! É preciso cultivar a cultura daquela empresa, daquela organização, estimulando a audácia, incentivando a ousadia, encorajando a criatividade, incitando ao espírito empreendedor e à inovação, para que a empresa se mantenha pujante, alimentando a determinação do espírito vencedor, vencendo os obstáculos, porque é uma guerra, é uma luta, uma batalha árdua que para ser ganha depende do máximo e melhor esforço de cada pessoa e resulta do empenho e esforço conjunto, valorizando a sinergia das qualidades e dos talentos de todos, melhorando cada aspecto da empresa e perscrutando todo o espectro do mercado para alcançar a vitória!

Há que se arregaçar as mangas e pôr as mãos na massa!

A empresa vencedora não se constrói com discursos, nem só com leituras!

A empresa vencedora se faz com profissionais de mentoring, de coaching e de consultoria, que exerçam liderança e influência e que saibam extrair e fazer aflorar os melhores atributos e as qualidades apropriadas dos profissionais que congrega para implementar e manter revitalizadas suas atividades, proporcionando suporte e sustentabilidade à empresa para que seja pujante e com notórios resultados, acima das melhores expectativas, superando a concorrência!

Não se transmite paixão, mas se faz nascer e cultivar paixão pelo trabalho que se realiza e tendo paixão, tudo se faz com dedicação e motivação redobradas!
Editar

Finanças Sem Crise – Criatividade e Inovação

Consultoria em Gestão Estratégica – Otimização das Finanças e Racionalização de Recursos – Competitividade –  Sustentabilidade – Compliance – Responsabilidade Socioambiental –  Globalização – Governança Corporativa – Melhoria Contínua

Finanças Sem Crise – Criatividade e Inovação

A expressão administração tem raiz latina “ ad “ e significa proveniência, tendência e a palavra “minister” significa subordinação obediência, serviço, logo, podemos concluir que o administrador é aquele que realiza uma função significa aquele que realiza uma função por delegação do dono, é o que presta serviço de cuidar dos bens de um terceiro, de uma sociedade, sendo eficiente em tornar esses bens mais produtivos para a obtenção dos seus objetivos, ou seja, com eficácia.

Aliás, desde quando comecei a dar suporte e orientações a estudos mais profundos das ciências da gestão e administração, tipo teses e dissertações, bem como nas minhas numerosas classes de aulas, lições e apresentações, percebi o grande interesse dos envolvidos que realmente se empolgavam com os aspectos da administração dinâmica, ou seja, com os temas, procedimentos e processos de coordenação e controllership.

Notei, também, que, ao longo dos trabalhos, por serem necessárias habilidades especiais e requererem atividades árduas de interação para quem não é afeito a isso, o entusiasmo de muitos ia esmorecendo, e que perdiam totalmente o entusiasmo quando se defrontavam com as situações em que se fazia necessária a interação e a habilidade de articulação.

Pude aprender muito sobre isso na Associação Brasileira; e também com os criadores de sites e os desenvolvedores de de software.

No entanto, quando não são inatas, e na verdade, poucos nascem com essas habilidades, isso pode ser muito bem resolvido e suprido se for na organização, com uma boa consultoria e coaching adequado e, se for voltado aos profissionais ou ao profissional que quer se destacar e evoluir na profissão, com um adequado mentoring que o posicione e o direcione à meta.

Segue, em se considerando a definição anterior, que as etapas ou funções da administração são:

Planejar: É o processo dinâmico que começa com a visão que tem a pessoa que administra a organização, com base da Visão da empresa; a Missão da organização; fixação de objetivos; operacionalização das estratégias e as políticas organizacionais, tendo como referencia de trabalho e atividade o mapa estratégico da organização;

 

Importante ter em conta as forças e pontos fracos da organização e as oportunidades e ameaças do contexto, trazendo o diagnóstico do macrocosmo para o microcosmo.

O planejamento envolve o curto, o médio e o longo prazos, cada um com as suas peculiaridades o seu grau de pormenores específico.

Eu diria que, atualmente, com a dinâmica da globalização e as continuas adequações e influencias geradas pelos agentes sociais, políticos, econômicos, climáticos e tecnológicos, como foi, aliás, em todos os tempos, só tendo mudado a tresloucada velocidade em que se manifestam, gerando ambientes de turbulência, onde planejar é cada vez mais uma atividade desafiadora e um exercício para iniciados, bem como, os prazos requeridos se contrapõem de modo a forçar a direção a revisar e redefinir suas ações de modo sistemático e continuo.

 

Quanto à atividade de organizar, atende à questões: o que, quem, como, quando, onde, para quem ou para que? A temporariedade e o foco são essenciais, assim como coordenar e sincronizar.

 

Dirigir é exercer com competência e assertividade a capacidade de persuadir com energia, por meio das técnicas e o exercício de liderança, de modos que todos se sintam comprometidos com os resultados esperados, com base nos quais sentem o necessário suporte para tomar decisões lógicas e intuitivas visando os objetivos desejados.

 

O controle é exercido pelas técnicas e métodos de mensuração predefinidos para detectar as não conformidades no curso dos processos e tomar as medidas de correção de desvios; o controle se faz a nível estratégico, tático e operacional.

O controllership não é nada mais do que o sistema de controle de gestão da organização.

O objeto do estudo das Ciências da Administração são as organizações.

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Entende-se por organização, toda pessoa jurídica com finalidade precípua: empresas privadas, empresas mistas, empresas públicas, sociedades de todos os tipos legais permitidos, órgãos públicos ou estatais, os de economia mista, fundações, entidades beneficentes, entidades de classe setoriais, entidades sindicais, cooperativas, similares e afins assim compreendidos tais como instituições religiosas, universidades, escolas, academias, governos e organismos dos três níveis, entidades beneficentes, hospitais, instituições de saúde, creches, casas de repouso, hortas comunitárias, estendendo-se às famílias e aos lares, guardadas as proporções, as especifidades e as  complexidades de cada uma dessas organizações e suas finalidades.

A Teoria dos Sistemas tem ganho adeptos, a meu ver, porque faz sentido essa abordagem sistemática da gestão estratégica, como atividade interdisciplinar e participativa, fazendo-se a análise dos sistemas operacionais básicos, que ocorrem em todos os níveis de realidade, porém são objeto ou tema de disciplinas acadêmicas especificas.

Prestamos as nossas homenagens e reconhecimento aos numerosos e importantes autores que influenciaram minha formação em meus estudos acadêmicos e que enriqueceram e têm contribuído continuamente, com vasto conhecimento, rica experiência e preciosa fonte bibliográfica das Ciências da Administração com obras e na Internet.

A abordagem holística entende as organizações como parte de um contexto mais abrangente, onde estão os stackholders, num sistema de interatividade, ou seja, são forças que interagem reciprocamente e se influenciam reciproca e concomitantemente.

Todas atividades são desempenhadas em sintonia com os quadros de valores de indivíduos inquietos e insatisfeitos que interagem em busca de aprimorar-se e crescer destacando-se profissionalmente.

Existem cada vez mais, modalidades novas de organizações que não perseguem fins lucrativos, nem busca resultados pecuniários de suas atividades, mas isso não as isenta de controlarem disciplinadamente suas finanças e nem as isenta de administrarem seus recursos de modo adequado, para alcançarem os objetivos a que se propõem, ainda porque, por mais volumosos e generosos que sejam esses recursos, sejam eles materiais, financeiros ou humanos, sempre serão escassos.

 

Administrar é gerir os recursos; administração estratégica é administrar estrategicamente, com talento e habilidade, os recursos que são escassos. Isso tem alguns pressupostos básicos e comuns a todos os empreendimentos: o objetivo, a eficácia, a eficiência, a indispensável e importantíssima coordenação, visando a produtividade, e os resultados.


Retomando, pois, dizemos que administrar é gerir os recursos da organização. Esses recursos são todos os ativos da organização, e por isso, a gestão financeira, que se dedica especialmente à administração das finanças, foca exatamente na melhor utilização, na otimização dos recursos que estão disponibilizados à organização.

Assim, são várias atividades que se completam: preservar os recursos em poder da organização; maximizar a utilização desses recursos para o melhor retorno do investimento sobre o capital; administrar propriamente esses recursos recorrendo às aplicações mais adequadas em cada setor empresarial, em cada circunstância, em cada contexto.

Sou insistente na necessidade de mudar, inovar, revigorar, ou seja, analisar o que está sendo e como está sendo feita a gestão financeira e o controle desses ativos.

O objetivo de uma boa gestão é a maximização dos resultados, por isso, para adequada eficiência o modelo de gestão tem que ser continuamente aprimorado, a estrutura das tabelas e das planilhas tem que ser constantemente revisada, aprimorada, simplificada ou completada, dentro doo objetivos do planejamento, o qual é também dinâmico, e flexível onde necessário e variável de acordo com as situações e oportunidades que a organização faz frente.

A gestão financeira é uma atividade muito importante na organização e por isso é muito importante que seja participativa, porque quem não gosta de ver gráficos, analisar tabelas, nem conhecer planilhas não deveria participar da gestão de uma organização.

Saber fazer esses maravilhosos demonstrativos é uma arte, em que alguns profissionais são exímios!

Mas saber entende-las, ler esses relatórios não expressos em palavras e, sim apresentados numericamente, é essencial para uma pessoa real na vida real.

Assim como as letras se unem para formar palavras e frases que dão sentido ao pensamento, assim os números, adequadamente mensurados, apresentados e correlacionados, são perfeitamente explícitos aos olhos dos que sabem lê-los e interpretá-los.

 

Eu insisto, mude sua cabeça, seu pensamento, mude o modo de ver, de mensurar, de comparar as coisas, mude o teor das planilhas, altere o comparativo dos gráficos, aprenda, aprenda, incorpore essas novas técnicas, procedimentos e novos conceitos de gestão e controladoria, inove sempre, revitalize.

Os gráficos, planilhas e tabelas são instrumentos de mensuração em todos os setores da organização.

Esses recursos gráficos numéricos são úteis na produção, nos estoques, nas vendas, nos custos, pesquisa e desenvolvimento, inovação e patentes, nas matérias primas, nas campanhas de marketing, na mídia, nos insumos, na cobrança e recebimentos, no desempenho do pessoal, na produtividade dos colaboradores, no jurídico, na manutenção, na segurança, saúde e meio ambiente e, por último, mas não menos importante, ao contrário, ao meu ver, é excepcionalmente relevante, na aferição dos lucros da organização.

São os elementos para situar a posição da empresa, no curto, médio e longo prazos, e para embasar a toma das decisões estratégicas para a sustentabilidade da empresa preservando e readequando sua competitividade a qual tem que ser revigorada continuamente diante das estratégias dos players do mercado interno e do mercado externo.

A área financeira é de máxima importância para a gestão da organização.

Os demonstrativos precisam ser nítidos e objetivos. Adequados aos indicadores a que se referem. Explicitamente e didaticamente compreensíveis.

Além dos úteis indicadores do status quo, da situação em que a organização se encontra, a fotografia, a imagem congelada do momento em que foram gerados, os outros indicadores, aqueles que nos ajudam a discernir a situação, avaliar o contexto e presumir as tendências e como encaixarmo-nos melhor nessas tendências e sub tendências, são excelentes aqueles que indicam as tendências da empresa e do mercado para a competitividade.

As grandes corporações aprenderam isso, dedicam-se a isso e adoram fazer isso continuamente; elas têm um staff específico e especializado que se dedica exclusivamente a produzir indicadores que são analisados em conjunto, por uma equipe qualificada, habilitada e credenciada, que analisa e opina quanto às alternativas e movimentos a serem realizados para contemplar os objetivos do planejamento estratégico.

Esse é um procedimento habitual e dinâmico, tão dinâmico quanto tem que ser o funcionamento da empresa, pois tem que detectar subsídios de estratégias contidos nas demonstrações financeiras.

Aos profissionais afeitos aos gráficos e tabelas, aos que reconhecem o precioso valor das planilhas certas, e sabem utilizá-los a favor da organização, da corporação, as informações nelas contidas são preciosos indicadores e, eles sim, vão poder detectar, mensurar e diagnosticar problemas insuspeitados ainda no nascedouro, e propor estratégias para saná-los.

A contabilidade moderna oferece muitos recursos de gestão.

A gestão financeira tem que se apoiar nos dados e informações oferecidos pela contabilidade e solicitar outros, a seu juízo, para que completem e ilustrem melhor, e o mais adequadamente possível, a situação da organização como um todo e de uma área específica que se deseja esquadrinhar.

O fluxo de caixa e a engenharia financeira que se pode fazer a partir dessas informações, são muito úteis para a empresa. Mas o conhecimento dessas informações só terá bons resultados se a organização, tiver condições de reagir e for direcionada, reinventada, revigorada, revigorada constantemente. Isso tem que firmar-se na empresa como um procedimento padrão que é imprescindível para a gestão saudável e o crescimento dos resultados em todas as atividades desempenhadas pela organização.

Só um staff familiarizado com a evolução dos modelos, conceitos e procedimentos financeiros e dos seus modernos demonstrativos, poderá definir o grau de confiabilidade e adequação os dados e informações dos relatórios contábeis e estatísticos apresentados e deles extrair informações para readequar o rumo das coisas, das atividades e estruturas da organização. Complexo? Não, para quem entende. É necessário isso? Imprescindível. Uma rotina repetitiva? Claro que não! No universo empresarial de hoje, nesse mundo globalizado e interconectado, tudo é inovação e renovação o tempo todo em tempo integral.

Procedimentos periódicos não satisfazem mais às exigências da economia empresarial.

A importante contextualização do macrocosmo para o microcosmo, é feita sempre com base em informações confiáveis, mas além e serem confiáveis, elas têm que ser adequadas, taylor made, para que se designem os instrumentos e recursos administrativos disponíveis para que se definam os procedimentos cabíveis e necessários à correção de rumo e alcance de excelentes resultados.

Existem para isso informações e reciclagem nas melhores escolas nacionais e estrangeiras de administração, gestão e finanças.

Profissionais também existem, mas tendem a ter uma certa acomodação, quando, após um esforço de reformas internas, introdução de inovações e trabalhosas reestruturações, a organização tende a cair no lugar comum, na mortal zona de conforto que sufoca as organizações que não inserirem em seus métodos, rotinas e procedimentos essa atividade de gestão estratégica dinâmica.

Eu tenho como pressuposto que seja a microcosmo, pequena, média, grande, transnacional, toda organização precisa ter esse enfoque no seu negócio e o aprimoramento de suas atividades, inclusive e especialmente, as de taxa de retorno do investimento em sua gestão empresarial.

Está tudo interligado, e essa abordagem holística que eu faço é essencial para contextualizar e situar a organização seja ela do tamanho que for, do setor que for, do ramo que for.
A visão da alta direção, o profissionalismo, o capital intelectual, os recursos humanos, os colaboradores, as linhas de produção, os processos operacionais, os centros de custos, os fatores de risco, as ameaças da concorrência, a análise criteriosa das despesas, a efetividade das despesas, o retorno de investimentos em cursos e treinamentos, da aquisição de equipamentos, a adequação de processos e de procedimentos, todos são fatores que determinam a boa gestão e influenciam diretamente na qualidade da gestão.

A integração do staff que acompanha o desempenho financeiro com a cúpula da organização, todos os níveis da direção, os representantes dos acionistas e eles próprios, além dos profissionais de cargos relevantes nos vários escalões e, envolvidos na administração e gestão, é essencial para que se administre com transparência e se realize a governança.

Essa convergência de conhecimentos, habilidades e saberes, dentro da organização, aliadas à visão externa do profissional especializado e experiente, propiciam a criação de uma rica a favor da empresa, a qual passa a obter requisitos mais elevados de realização e desempenho no mercado, melhoria da competitividade e sustentabilidade.

Mas essa melhoria da competitividade vai até onde? Onde termina? Onde cessa? Ela cessa quando a empresa ou organização não existirem mais. Acabou. Extinguiu-se.

Insisto que, enquanto existir vida na organização, fôlego para prosperar e progredir, existir ambição realizadora, sempre, a busca da melhoria continua em todos os aspectos, será o diferencial da empresa junto aos seus stakholders.

E quanto à sustentabilidade? A sustentabilidade está intrinsecamente ligada e condicionada à perpetuidade possível da empresa, compatível à imutável vocação e disposição de reinventar-se, reintegrar-se, revigorar-se, inovar e mudar, adequar-se continuamente às exigências do mercado e do mundo empresarial, de sorte a manter-se sustentável na defesa e manutenção dos seus interesses e em seu benefício e dos seus stackholders.
Seja qual for o contexto em que estejam, o que as organizações bem-sucedidas fazem, com vistas à competitividade e sustentabilidade, é manter sempre os demonstrativos atualizados e acessíveis aos interessados que podem analisa-los, comentá-los e propor melhorias de gestão. Essas melhorias de rumo são como a rota de um grande, maravilhoso navio que singra os amplos oceanos, uma hora ensolarados com vento a favor, e máquinas a todo vapor, outra hora com tempo encoberto, e tempestuoso, ameaçador, outra hora com um céu magnificamente estrelado por sobre a calmaria ensurdecedoramente silenciosa.

Onde está a bússola? Onde estão os instrumentos de navegação? Quem é o melhor profissional para entender a situação, o contexto, saber diagnosticar o quadro, escolher o melhor instrumento e sugerir as melhores alternativas para superar a situação? O navio precisa ir em frente, prosseguir no melhor caminho, a melhor rota para o porto.

Caso não seja tarde, e ainda exista tempo, e a cultura da empresa ainda não tenha inserido esse procedimento como uma rotina saudável, é hora de criar o staff executivo.  Para cuidar do gerenciamento gestão financeira da empresa.

Como está a organização e o que pode ser feito? Quais as soluções que existem?

Há que diagnosticar;

Especificar;

Definir prioridades;

Planejar;

Aquedar a intensidade das medidas a tomar;

Definir métricas da efetividade dessas medidas;

Definir prazos para medir e efetividade das medidas e os efetivos resultados;

Definir e adequar a velocidade das medidas;

Especificar adequadamente quais são as medidas: o que, onde, quando, quem, como, por que, para que?

Há que ter controllership e a controladoria tem que ser enérgica.

Os processos empresariais e organizações não podem ser complacentes.

Então, muitas vezes, a essa altura, nos encontramos às voltas com o questionamento aos paradigmas.

Discussão dos paradigmas. Cultura organizacional. Atitudes e comportamentos, adequação da organização aos efeitos da globalização, em vias da competitividade e sustentabilidade.

Então vemos o tripé da sustentabilidade: Econômico, Social e Ambiental.

O que é Econômico, não o é somente no macrocosmo, mas também no microcosmo;

O que é  Social, não é só no macrocosmo, mas também no microcosmo, e

O que é Ambientalmente Ecológico, não o é só no macrocosmo, mas também no microcosmo.

Isso me faz lembrar dos famosos livros de Macroeconomia e de Microeconomia e seus entrelaçamentos com a Econometria. Eu tive muitos bons professores, excelentes, mesmo.

Sou muito grato a eles todos pelo que aprendi nos bancos escolares, assim como aprendi com os executivos inteligentes dos lugares onde trabalhei. Pessoas brilhantes, Profissionais empolgados, dedicados.

 

É importante termos em mente o contexto em que nos encontramos: a ciência e a tecnologia estão ultrapassando diariamente as fronteiras do conhecimento, alterando a realidade e criando progressivamente uma sociedade mais inclusiva, numa nova realidade.

 

Os valores filosóficos e éticos estão se manifestando por toda parte, os interessados em técnicas elaboradas, assim como os interessados em conhecimentos filosóficos e sociologia, economia política e gestão estratégica multiplicam-se por toda parte.

 

Estamos vivenciando, de certo modo, como observaram vários filósofos, pensadores e observadores sociais, participando em diferentes graus de pró atividade, de acordo com a conscientização e o discernimento de cada um de nós, vivendo um novo refulgente Renascimento II. As inovações, os insights inspirados e a criatividade estimulam ao diálogo interdisciplinar que é enriquecedor em todas as atividades, inclusive e especialmente, nos mecanismos de gestão, pública e privada.

 

Desenha-se uma época de maior seriedade e comprometimento.

 

O aspecto ambiental por outro lado, e concomitantemente, é altamente significativo e saiu das páginas dos livros das escolas, dos bancos acadêmicos e dos discursos politicamente coretos e ganhou contornos, conceitos e proporções de realidade, à proporção que se globaliza a percepção da noção de escassez, desestimulando as atitudes de desperdício e o ressurgimento de valores de preservação e conservação dos recursos naturais existentes para sustentabilidade da vida no planeta da qual dependem os indivíduos e a sociedade.

 

A par disso, os fenômenos climáticos, sejam por qual causa forem desencadeados, estão compensando os avanços agroecológicos com enchentes, excessos de chuvas, aluviões e maremotos, tsunamis, inundações de grandes proporções e estio disseminado e em grande escala, com falta de água, agravamento da poluição global, redução drástica dos recursos hídricos, exigindo convergências de esforços políticos e instrumentais para a reestruturação.

 

Busca-se por toda parte, por em prática conhecimentos e medidas para promover a regeneração da economia global, com a substituição de fontes energéticas poluidoras, por outras de tecnologia mais amigável ao meio ambiente, mais adequadas e renováveis, visando ao desenvolvimento econômico de modo a otimizar os esforços e os recursos de modo mais pragmático e racional, beneficiando a sociedade global.

 

Assistimos à escalada do sentimento de responsabilidade socioambiental acompanhado da governança e gestão estratégica nas organizações. São traços indissolúveis e inseparáveis de uma mesma realidade planetária, a qual todos nós vivemos e compartilhamos.

 

Você que está lendo esse livro, tem esse feeling, tem a sensibilidade dessa situação.

 

Cabe ao capital intelectual que está presente e disseminado por toda parte promover as adequações do processo de aprimoramento das organizações: alta cúpula ou alta administração, diretoria, sócios, gestores, administradores, executivos, o staff do planejamento e controllership, os gerentes e os chefes.

 

Tem-se, como pressuposto básico, que as informações gerenciais são necessárias para apoiar a tomada de decisões e para que elas sejam adequadamente fundamentadas.

 

Igualmente são importantes o compartilhamento dos conhecimentos, as informações relevantes, o clima organizacional propício, adequada comunicação organizacional, são fatores que permitem expressar as informações relevantes, dão suporte e viabilizam a

gestão sustentável, considerando que o lucro é um pré-requisito para as outras condições da sustentabilidade, e no contexto geral, que a competitividade sustentável seja realizada.

 

Sabemos, por numerosos trabalhos, compilações, estudos, teses e levantamentos científicos e acadêmicos, das mais conceituadas fontes e autores que ainda engatinhamos quanto à melhoria dos indicadores e à efetiva promoção da produtividade das organizações.

 

A produtividade pífia ou inexistente também e um modo de desperdício dos recursos do planeta, e com certeza, o gargalo por onde sangram e se esvaem os mais nobres resultados das atividades das empresas e os lucros das corporações. Fazendo-se um raio “x” da situação da sua organização poderemos constatar os pontos onde pode-se melhorar a produtividade.

 

O índice de produtividade, em crescimento positivo, consiste por si próprio num fomentador da eficiência, da eficácia, dos lucros e da competitividade sustentável.

 

O grande mérito da gestão participativa, ou governança transparente, repousa no fato de que proporciona a todos os níveis da organização apresentarem ideias e as comunicam às partes interessadas, sejam elas suas visões, alternativas de estratégias, sugestões de planos, iniciativas de programas, empoderamento de projetos e outros modos de colaboração participativa.

 

Extinguiu-se a fase em que os colaboradores não eram pagos para pensar, agora o que se espera deles é que pensem, bem e pensem muito a organização da qual participam.

 

Seguem -se às palavras, as discussões que posteriormente as transformam em iniciativas e ações que caracterizam a melhoria dos processos e dos resultados da empresa.

 

O coaching é um dos melhores recursos para promover, direcionar, incentivar e estimular a comunicação interpessoal nas organizações, promovendo as competências inatas essenciais e inserindo-as nas mudanças de cultura interna que as organizações querem implantar para compartilharem do melhor modo suas intenções e realizações com os clientes internos, externos e os stackholders, seu planejamento e realizações.

 

Administração estratégica permite antecipar-se aos problemas que podem ocorrer durante o trajeto, os processos e procedimentos, reduzindo consideravelmente os riscos e viabilizando os acertos para obtenção do êxito que se procura.

 

Importantes por isso, a Visão e a Missão das organizações.

 

O primeiro passo é conhecer e entender a Visão e a Missão da sua empresa ou organização.

 

A partir de então, a acuidade e o discernimento de todos os envolvidos, desde a alta direção aos colaboradores de todos os níveis e instâncias hierárquicas, ficam mais atentos, ficam antenados e alinhados a se prepararem melhor e se instrumentalizarem para o enfrentamento dos desafios, perceber ameaças, vislumbrar oportunidades e agir para o alcance dos objetivos.

 

Sempre tive muito interesse na atividade e no sistema de informação estratégico que possibilita às organizações o melhor proveito das informações recolhidas depois de adequadamente trabalhas para melhorar a sua competitividade e sustentabilidade.

 

O sistema de informação estratégica está visceralmente ligado ao benchmarking.

 

Foi criado com essa finalidade um instrumento que se chama balanced scorecard que apresenta a missão e a estratégia das organizações e torna inteligível para todos os níveis da organização, de que modo suas ações impactam no desempenho organizacional.

 

Isso faz parte e contribui para o sistema integrado de gestão estratégica da organização.

 

Tem-se que ponderar, aqui, com a gravidade que o assunto requer ser tratado, que a informação estratégica não nasce pronta e acabada, que o sistema de informação estratégica é orgânico e se forma aos poucos, evolui aos poucos, se fortalece aos poucos, é uma desafiadora atribuição ao grupo do staff estratégico, implantar, e desenvolver o sistema interno de informação estratégica pois implica em conhecimentos e técnicas de gestão do conhecimento.

 

A administração financeira, nesse arcabouço complexo da vida real das empresas, tem a atribuição permanente de identificar as várias fontes de recursos disponíveis, estudar quais são outras potenciais fontes de recursos, conhecer e estudar suas características próprias, avaliar sua viabilidade para aquele empreendimento naquele contexto específico e procurar fontes alternativas.

 

Resumindo, podemos constatar que o contexto da globalização, as continuas mudanças econômicas, tecnológicas e sociais, em âmbitos nacional e internacional, a política interna e externa, a diplomacia, transações internacionais, movimentos de capitais, os movimentos de grandes populações de imigrantes e emigrantes, são fatores que influenciam a concorrência interna e externa e a responsabilidade social que exigem permanentemente adequações contínuas do posicionamento das organizações frente aos stackholders e são decisivas e determinantes de novos paradigmas de gestão empresarial para a competitividade e a sustentabilidade.

O mercado busca profissionais mais capacitados em todas as especialidades e até certo ponto, adequadamente generalistas, embora as empresas são cada vez mais exigentes e complexas, sendo que os profissionais, com sólida formação e com um adequado serviço de mentoring podem propiciar a si mesmos, boa ascensão de carreira e colocações melhor remuneradas e mais estimulantes, sem a entediante rotina do dia a dia monótono e fastidioso.

 

Importante ter em mente o entendimento contextualizado da gestão financeira e compreender administração financeira como sendo a obtenção da a maximização da riqueza patrimonial dos acionistas e não simplesmente, a obtenção de lucros, a geração de resultados consistentes.
Aproveite a crise para fazer uma releitura da organização, situá-la no contexto e planejar como reagir às ameaças e superar os desafios, para sair mais fortalecida adiante, mais bem aparelhada e melhor instrumentalizada para a competitividade e a sustentabilidade.

Chegue na frente.

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“Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo estado de consciência que o criou! ”

“No problem can be solved by the same state of conscience that has created it!”

“Ningún problema puede ser resuelto por el mismo estado de conciencia que lo ha creado!”

“Aucun problème ne peut pás être résolu par lê même état de conscience qui l’avait crée!”

“Nessun problema poù essere risolto per lo stesso stato di coscienza che lo a creato!”

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CV atraente e eficaz

Ajudo você a redigir o seu CV interessante, atraente, diferenciado eficaz, que abre as portas do mercado para você continuar prosseguindo nos seus objetivos de realização profissional e felicidade.

Pude aprender muito sobre isso na Associação Brasileira; e também com os criadores de sites e os desenvolvedores de de software.
Um CV bem feito e orientado para o objetivo, esse é o segredo da NUVEM, quem quer estar na nuvem da qualidade.

Brilhar; é importante mostrar o seu talento e o seu brilho pessoal.

Muito importante é acrescentar ao seu Curriculum Vitae as melhores experiências profissionais que tiver tido.

As contribuições que você tiver feito, no sentido de alcançar metas e agregar valor à organização.

Os itens da sua experiência profissional são vantajosos.

O CV precisa conter as informações essenciais sobre você, o seu perfil profissional, as suas credenciais e habilidades profissionais.

Assim, vamos acrescentando itens e novos itens mais importantes, de modo que não seja muito longo e que seja nítido e de fácil leitura e entendimento.

A linguagem precisa ser objetiva de fácil compreensão.

Você tem talentos que conhece e tem talentos que ainda não conhece ou que não desenvolveu.

Importante enfatizar os seus feitos e realizações para o interessado conhecer o seu talento.

Gestão Estratégica – Consultoria

Gestão Estratégica – Economia Verde -Competitividade – Sustentabilidade – Compliance – Responsabilidade Socioambiental –  Globalização – Governança Corporativa – Responsabilidade Social – Melhoria Contínua

Prezados Amigos e Amigas

Vocês sabem muito bem como todas as Equipes se preparam do melhor modo possível para participarem e obterem o máximo deste Importante Evento.

a – Quantos participantes previstos; e 400 a 500 pessoas,  em 4 turmas.
b- De quais áreas da empresa? Todas.
c- No que eles têm mais interesse ou no que mais precisam de informação?
O objetivo:  uma explanação referente ao tema meio ambiente de um modo geral.
d- O tema da palestra “Responsabilidade socioambiental”, é tema atual e se inserido nas nossas atividades – energia elétrica-, será de grande valia.
e- Sem Obstáculos/Desafios quanto a estes materiais,

f-  O interessante é que você comentasse ou sugerisse a leitura de alguns livros relacionados ao tema da sua palestra.
g- Seria interessante nós como funcionários de uma empresa do setor de energia elétrica, fossemos conscientizados em relação ao tema, -Ex.: como eu posso contribuir com a Responsabilidade Socioambiental?
h-  Saber o que é a responsabilidade Socioambiental? Como ela está inserida no setor eletroeletrônico? Casos de sucesso em outras empresas? Qual atitude correta a ser seguida pelas grandes empresas?
i- Estaremos à disposição para ajudá-los.

j- Abordamos esse tema tão complexo e ao mesmo tempo abrangente e atual, contundente porém, necessário em todas as empresas que buscam  o êxito quanto à competitividade para o desenvolvimento sustentável.
O que você espera e como imagina que será esse encontro?
Apresentação discorrendo como o conceito, temas abrangidos;
Ajude a enxergar novas tendências em tecnologias, INOVAÇÃO  TECNOLÓCIGA, negócios e oportunidades de desenvolvimento profissional; use a criatividade;
Compartilhe conhecimento e conceitos com profundidade;
Inspire e motive a mudança de atitude no trabalho e relacionamentos;
Encoraje com bom humor o empreendedorismo e a pró-atividade;
Alerte para os temas relevantes do momento, convidando à reflexão e à ação

Outros;

Por favor, especifique______________________________________

Vamos fazer um mundo melhor para os nossos filhos ou vamos educar os nossos filhos para um mundo melhor?

A Responsabilidade Socioambiental das ORGANIZAÇÕES para a Sustentabilidade visa, acima de tudo, assegurar sua existência, continuidade, projeção no MERCADO, diante da GLOBALIZAÇÃO, da COMPETITIVIDADE, da SUSTENTABILIDADE em seu sentido AMPLO, para continuarem gerando produtos, empregos, impostos, enfim, riquezas para o País.

 

Agiremos individualmente e em grupo, empresa, visando à SUSTENTABILIDADE, para que seja possível ao ser humano nesta e gerações futuras, maior felicidade e melhor qualidade de vida

 

TERRA SAUDÁVEL PAÍS SAUDÁVEL EMPRESA SAUDÁVEL CIDADÃO SAUDÁVEL

 

Eis OS 5 “ C ”s para a Sustentabilidade:

CONHECER, COMPROMETER-SE, COMPORTAR-SE, COMPARTILHAR, CONSTRUIR

Aurélio Barbato

“Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade”.

Edson Marques

Aposto com todas as minhas forças que a educação é a base para o desenvolvimento sócio ambientalmente sustentável; Da TERRA, do PAIS, da EMPRESA, do CIDADÃO, agora somos todos DO MUNDO!

 

PARABÉNS E CONGRATULAÇÕES À SÁBIA DIREÇÃO DESTA EMPRESA DENTRE AS MAIS CONCEITUADAS NO MERCADO E DE RENOME INTERNACIONAL da qual muito nos orgulhamos de serem nossos Parceiros.

PARABÉNS E CONGRATULAÇÕES a cada um dos Amigos aqui presentes, que estão investindo na sua própria informação e formação como CIDADÃOS CONSCIENTES DISPOSTOS À MUDANÇA COMPORTAMENTAL.

[…] ”a cidadania é a oportunidade de fazer a diferença no lugar ao qual você pertence. É essa força que as organizações devem encontrar, na medida em que os indivíduos passem a esperar de suas comunidades de trabalho os mesmos direitos, liberdades e responsabilidades encontradas em sua comunidade mais ampla. ”  Charles Handy

“Uma abordagem ampla da questão dos resíduos, colocaria em xeque as atuais estruturas do poder, alicerçadas em um paradigma eminentemente econômico. O que se observa atualmente é o desenvolvimento de técnicas que visam somente desobstruir o gargalo que os resíduos representam ao consumo ou no máximo promover o reaproveitamento dos materiais atrativos economicamente.

Diante desse quadro evidencia-se a necessidade de uma compreensão mais global da questão, o que certamente implica em uma profunda avaliação histórica das relações homem-meio ambiente. Mais do que uma avaliação simplesmente técnico-economica dos diversos métodos e tecnologias empregadas no processamento dos resíduos é premente a busca de uma nova proposta metodológica que permita enfocar os principais componentes estruturais  da questão.” -Figueiredo, 1995-.

Responsabilidade Socioambiental

 

1º. W –  O quê? What?
2º. W –  Onde? Where?
3º.W –  Quando? When?
4º. W –  Qual? Which?

5º. W – Por quê? Why?

6º. W –  Quem? Who?.

7º .W-  Como? How?

Programa: Introdução

 

Automotivação pela melhoria continua como fator determinante da melhoria da qualidade de vida, empreendedorismo, princípios, auto avaliação, autoconhecimento, integração, sinergia

 

Contrato de convivência – O que fazer

  • Ouvir;
  • Ser objetivo;
  • Ter enfoque global;
  • Harmonizar;
  • Ideias objetivas sem termos técnicos;
  • Manter o foco;
  • Chegar em consenso.
  • Respeitar as ideias dos outros;
  • Transparência e confiabilidade;

 

Devemos evitar

  • Polêmica;
  • Conflito;
  • Perder o foco;
  • Radicalismo;
  • Divagações.

 

Obstáculos/Desafios

  • Falta de mão-de-obra preparada e qualificada;
  • Falta de empresas qualificadas/preparadas tecnicamente;
  • Atualização da normativa para transportes;
  • Acomodação por falta de fiscalização efetiva;
  • Desconhecimento da destinação dos resíduos;
  • Falta de fiscalização;
  • Deficiência na aplicabilidade de novas tecnologias na redução de geração de resíduos;
  • Falta consciência em meio ambiente;
  • Falta de opções para destinação final adequada;
  • Desconhecimento e interpretação da legislação;
  • Falta de tecnologia acessível -geração, tratamento, destinação-;
  • Desconhecimento dos resíduos gerados no processo;
  • Dificuldade na caracterização dos resíduos;
  • Falta alternativas de tratamento e disposição final de resíduos;
  • Falta plano de gerenciamento de resíduos;
  • Falta de conhecimento;
  • Falta analise do ciclo de vida do produto;
  • Pequenas gerações logísticas;
  • Falta responsabilidade civil;
  • Custo elevado de destinação e transporte;
  • Falta de opções no mercado;
  • Melhor gestão ambiental -técnica/administrativa-.

 

Potencialidades e oportunidades

  • Pesquisa e desenvolvimento;
  • Resíduo como fonte de matéria-prima;
  • Geração de receitas a partir dos resíduos;
  • Novos profissionais e qualificação;
  • Novos mercados, produtos e equipamentos;
  • Incentivo a pesquisa e ao desenvolvimento;
  • Incentivo ao uso de tecnologias mais limpas;
  • Divulgação do resultado de inventário de resíduos;
  • Estabelecer ações efetivas a partir do inventario de resíduos;
  • Educação ambiental voltada para as empresas;
  • Oportunidade e preparação de novas empresas;
  • Desenvolvimento e estudos de novas tecnologias -pesquisa-;
  • Integração entre os atores envolvidos no setor resíduos;
  • Redução de custos nos serviços de tratamento e disposição;
  • Resoluções e normas existentes;
  • Otimização e aplicabilidade das tecnologias existentes;
  • Criação de um fórum -desperdício zero- para debate.

 

ESTRATÉGIAS/AÇÕES QUE PODEM SER IMPLANTADAS

  1. Divulgar e esclarecer a legislação.
  2. incentivar a pesquisa em novas tecnologias limpas.
  3. conscientizar os geradores da importância dos 3 R´s.
  4. implementar sistemática de educação continuada para setor de resíduos.
  5. tornar transparentes as ações fiscalizadoras, códigos e regulamentações.
  6. criar processo de assistência -consórcio- para apoio às pequenas e microempresas.
  7. mobilizar o setor industrial originando um documento para apreciação do poder público

Através de um representante da classe que fará as articulações políticas objetivando o

Sucesso do programa.

  1. fortalecer os órgãos ambientais.
  2. conscientizar o setor industrial.

10.revisar processos industriais buscando a redução de geração de resíduos.

11.viabilizar novas alternativas de tratamento e destinação.

12.diminuir os custos no gerenciamento de resíduos.

13.instituir Fóruns de discussões permanentes.

14.divulgar resultados positivos no gerenciamento de resíduos.

15.divulgar a todas as entidades a importância e a necessidade de cumprirem a legislação pertinente.

16.orientar onde e como as empresas devem buscar as informações.

17.esclarecer sobre penalidades previstas.

18.certificar prestadores de serviços.

19.criar controles de fiscalização dos resíduos.

20.implementar a continuidade do controle e fiscalização através do inventário estadual.

 

 

CONTRATO DE GRUPO

 

DE QUE MODO POSSO CONTRIBUIR COM ESSE GRUPO ?

DE QUE MODO POSSO CONTRIBUIR PARA ATINGIR OS OBJETIVOS DO PROGRAMA?

 

  1. Monitorar, cobrar e se comprometer.
  2. comprometimento com as decisões e ações futuras.
  3. tendo comprometimento e não apenas envolvimento.
  4. comprometendo-se com os objetivos do Grupo e se tornando um agente multiplicador das ações propostas.

 

Fonte: FORUM SEMA_PR

 

Não deixarmos que a complexidade da realidade nos leve a perder a noção do todo; atuar localmente;

 

Responsabilidade Compartilhada!

Lealdade!

Ética!

Comprometimento!

 

A partir de agora vamos marcar para logo, se possível amanhã, a primeira reunião do nosso GIS – um Grupo Interdepartamental de Responsabilidade Socioambiental para Desenvolvimento Sustentável desta EMPRESA e começarmos a delinear os planos a serem implementados, o que será feito, sempre condicionado à prévia e sábia aprovação e o apoio imprescindível da DIRETORIA da EMPRESA,

 

 

GRATO A TODOS! ESTOU FELIZ E EMOCIONADO DE PARTICIPAR DESTE EVENTO COM VOCES E COMPARTILHARMOS JUNTOS NOSSO AMOR PELA SUSTENTABILIDADE DO PLANETA E NOSSAS VIDAS!

PLENO ÊXITO

Muito obrigado

Políticas propostas

 

  1. Valores e transparência – A Organização

 

Possui missão e valores definidos

 

Identifica e articula valores éticos claros

 

Educa os funcionários sobre ética

 

Tem um código de ética e o dissemina

 

Possui política contra propaganda preconceituosa

 

Trabalha em clima de colaboração para promover mudanças

 

Tem mecanismos para ouvir reclamações e sugestões

 

Estimula a participação consciente do funcionário como cidadão fora da empresa

 

  1. Público interno – A Organização

Avalia as necessidades dos funcionários/ terceirizados

 

Paga no mínimo o piso salarial para as categorias profissionais empregadas

 

Estimula e recompensa colaboradores que apresentam sugestões para a melhoria dos processos internos

 

Ações para erradicar o analfabetismo entre colaboradores

 

Procura auxiliar os estudos dos funcionários

 

Estimula os funcionários a realizarem trabalho voluntário

 

Oferece planos de saúde

 

Estimula a prática de esportes

 

Inclui e adapta deficientes físicos no quadro de funcionários

 

Elimina o fumo no ambiente de trabalho

 

Oferece condições de trabalho com saúde e segurança

 

Bullying

 

Assédio Moral

 

 

 

  1. Meio ambiente – A Organização

Estabelece uma política ecológica de compras

Utiliza um sistema de coleta seletiva

Política de recolhimento e destinação de pilhas/ baterias

Aluga os equipamentos que só são utilizados ocasionalmente

Usa produtos de limpeza não tóxicos e com grau mínimo de agressão

Aplica técnicas eficientes para administrar o uso de energia ou usa iluminação inteligente

Promove o uso do transporte público ou comunitário

Instalação de acessórios e dispositivos para economizar água

Trabalha em parcerias com entidades focadas no meio ambiente

Utiliza técnicas de construção ecologicamente corretas

Possui programas de apoio à proteção de áreas naturais

Participação em comitês ou conselhos -locais ou regionais- para discutir a questão ambiental junto ao governo e à comunidade

Afiliado a entidade-s- ambientalista-s-

Participação em instâncias de gestão de Unidades de Conservação

Desenvolve atividades em Unidades de Conservação -pública ou privada-

 

  1. Fornecedores – A Organização

Critérios de seleção e avaliação de fornecedores vão além de somente preço e qualidade – critério do melhor preço x menor preço-

Padrões exigidos devidamente estabelecidos nos contratos com os fornecedores

Acompanhamento, na cadeia de fornecedores, do cumprimento da legislação que proíbe o uso de mão-de-obra infantil

Apoio ao desenvolvimento de fornecedores para adequação às Diretivas

Solicitação de algum tipo de certificação de seus fornecedores

Iniciativas conjuntas com os concorrentes para a compra conjunta de insumos comuns, compartilhando vantagens recíprocas

Compartilhamento dessas vantagens com os colaboradores

 

  1. Consumidores/clientes – A Organização

Comunicação com os clientes sobre seus produtos e serviço é específica, correta e justa ou melhor, equitativa

Promoção do uso dos produtos/ serviços com segurança

Respeito à privacidade do cliente

Treinamento dos profissionais de atendimento para tratamento e respeito aos direitos dos clientes

Habilita os profissionais de atendimento a expor aos clientes, com clareza, a natureza e o conteúdo das atividades oferecidas, bem como a compatibilidade das mesmas com o seu perfil

Formas de relacionamento pós-venda estabelecidas

Estabelece contato por escrito com os clientes

Procedimentos para avaliação da qualidade dos serviços prestados

Orientação quanto à práticas de consumo consciente

Orienta cliente para evitar práticas de abuso sexual/prostituição infantil

Divulgação de programas sociais ou ambientais da empresa visando diferenciar suas marcas e aumentar vendas

 

  1. Comunidade – A Organização

Gerenciamento do impacto da empresa na comunidade vizinha

Relações com organizações locais

Desenvolve ações sociais -doações, apoio a projetos sociais, projetos sociais próprios-

Estímulo ao voluntariado

Participação ativa junto com outras empresas na discussão dos Obstáculos/Desafios comunitários e no encaminhamento de soluções

Destinação de perdas ou sobras de produtos para programas sociais

Recrutamento de funcionários nas comunidades vizinhas

Campanhas educacionais e/ou de interesse público na comunidade, sozinha ou em parceria com outras empresas

Planejamento de ações de cunho social incluído no planejamento da empresa

 

  1. Setor Público – A Organização

Cumprimento de compromissos com o governo de maneira ética e responsável -pagamento regular de impostos e proibição de oferecimento de propina de qualquer espécie- Governança Corporativa

Participação em Projetos Sociais Governamentais

Parceria com escolas públicas, visando à melhoria da qualidade do ensino – Práticas estabelecidas anticorrupção e anti propina

Liderança e influência social -participação sistemática em elaboração de propostas amplas de interesse público e caráter social-.

 

Materiais poluentes, dentre alguns que são considerados metais pesados.

 

Chumbo

Encontrado na indústria de baterias automotivas, chapas de metal semi-acabado, canos de metal, cable sheating, aditivos em gasolina, munição;

Indústria de reciclagem de sucata de baterias automotivas para reutilização de chumbo, componentes eletrônicos e no processo de soldagem utilizado na indústria eletro-eletrônica.

Atinge o sistema nervoso e o sistema cárdio- vascular. Tem efeito acumulativo e efeitos altamente tóxicos em animais, plantas e microorganismos.

 

Cádmio

Seus compostos são utilizados em pigmentos e pinturas, baterias, processos de galvanoplastia, solda, acumuladores, estabilizadores de PVC, reatores nucleares. Também utilizado na fundição e refinação de metais como zinco, chumbo e cobre. Minerais de zinco constituem a principal fonte de cádmio.

Este elemento é obtido durante os processos eletrolíticos de fundição utilizados para refinações de zinco e outros metais Todos os concentrados de zinco apresentam como constituinte menor e inevitável de 0,1 a 0,3% de cádmio. Utilizado em baterias NiCd.

Cancerígeno, ataca os rins e causa desmineralização óssea.

Bioacumulativo, tóxico e resistente à decomposição.

 

Mercúrio

Principais fontes são a mineração e o uso de derivados na indústria e na agricultura; células de eletrólise do sal para produção de cloro. A mineração contribui com 50% e o restante provém de atividades industriais -catálise, fabricação de instrumentos, equipamentos elétricos, pintura e fabricação de pesticidas-. Utilizado em baterias, lâmpadas fluorescentes, sensores, relés e chaves.

Causa danos ao cérebro e tem características cumulativas. É acumulado por organismos vivos.

 

Cromo VI hexavalente

Utilizado na fabricação de corantes e pigmentos, curtumes, galvanização, tijolos e revestimento de fornos e preservação de madeiras. O Cromo VI tem sido usado pela indústria de eletrônicos como tratamento anti-corrosivo, bem como para blindagem elétrica para alguns componentes. O Cromo VI integra a listagem da EPA -Agência Ambiental dos EUA- dos 129 poluentes mais críticos.

Tóxico e alérgico. Facilmente absorvido pelas células e tem efeito alérgico e tóxico.

 

PBB´s e PBDE´s

Os retardadores de chama são adicionados aos polímeros usados em uma vasta gama de materiais, tais como equipamentos elétricos e eletrônicos, tintas para pintura, produtos têxteis e em karts e aeronaves para evitar

que se incendeiem.

Cancerígenos e neurotóxicos. Solúvel, bioacumulativo e resistem à decomposição.

 

 

 

 

São vários os Sistemas de Gestão Disponíveis sendo que cada um deles se aplica melhor a uma situação, organização e circunstância.

 

O contexto sempre é muito importante na definição do Sistema de Gestão mais adequado.

Observações

Responsabilidade Socioambiental é Business – Sustentabilidade é Business – Globalização – Competitividade – Governança Corporativa – Responsabilidade Social – Melhoria Contínua

Os Balanços Sociais das organizações são a base dos cálculos dos indicadores sociais a serem analisados, revelando quando e qual desempenho eles tiveram e demonstram a tendência de crescimento e as políticas de responsabilidade socioambiental e compliance das empresas analisadas.

Indicadores sociais internos

Em relação aos indicadores sociais internos, as tabelas permitem observar se foram direcionados percentuais expressivos para os usuários internos, principalmente em relação à distribuição dos lucros da empresa.

 

Nota-se, com base nessas informações, se a empresa procura, de uma certo modo motivar seu corpo funcional a desempenhar de formasatisfatória suas atividades com a relativa pretensão de que os mesmos venham agregar mais valores em seus resultados operacionais, ocasionando naturalmente um retorno para a organização.

 

Outras tabelas revelam se a empresa tem investido bastante em seus colaboradores, destacando-se como indicadores mais expressivos a alimentação, ocorrida através da distribuição de vale cesta e vale alimentação com o compartilhamento por parte do colaborador.

 

A saúde, que é disponibilizada para os colaboradores através de um plano de saúde próprio da empresa em que os colaboradores pagam percentuais diferenciados, de acordo com a faixa salarial de cada colaborador.

 

O restante, independentemente do valor, é coberto pela empresa, é um dos indicadores internos que apresenta evolução a ser considerada em relação à Receita Líquida.

 

Na capacitação de seus funcionários foram realizados investimentos  nos anos analisados.

 

A capacitação é direcionada para treinamentos e bolsas de estudos

para Graduação, Pós-graduação e Cursos de Idiomas.

 

Entretanto, esse indicador interno comporta-se com o crescimento da empresa.

 

Quanto à participação nos lucros, destaque-se se existiu aumento no percentual de investimentos neste indicador, sendo importante observar se esse indicador tem revelado maior percentual evolutivo no período analisado proporcionalmente ao de crescimento.

 

Indicadores sociais externos

Referindo-se aos indicadores sociais externos, as tabelas mostram  os percentuais de investimentos em educação, cultura e esporte, nos dois analisados.

 

Tais investimentos são materializados, principalmente, através de patrocínios, o que poderá promover a inclusão social de comunidades carentes.

 

Destaca-se o indicador referente à educação.

 

Os indicadores saúde/saneamento, combate à fome e segurança alimentar precisam mostrar algum tipo de investimento, caso contrário, a empresa tem deixado a desejar especialmente se for reconhecida como uma empresa que investe no social, e tem compromisso com a sociedade.

 

Indicadores ambientais

As importantes tabelas de indicadores ambientais mostram se a empresa realizou investimentos ambientais nos anos analisados e se os percentuais foram expressivos em relação a sua receita líquida e folha de pagamento bruta.

 

A avaliação desses itens exige uma crítica adequada dos indicadores, não só pela situação atual demonstrada no balanço analisado, como também, em virtude dela definir e cumprir metas anuais para minimizar resíduos, e adequar-se à legislação vigente.

 

Outras tabelas mostram os indicadores complementares, mas igualmente relevantes, apresentam a evolução do número de colaboradores e o número de novos funcionários.

 

Ainda, com base nas tabelas verifica-se se existiu redução de contratações no que diz respeito aos colaboradores terceirizados. Percebe-se, também, se a empresa está optando ou não pela alternativa de contratação de mais estagiários, casa seja informado se houve um aumento de um ano para o outro em proporção ao efetivo da empresa.

 

Nota-se que com essa atitude, a empresa proporciona novas oportunidades de trabalho a pessoas com menos experiência, entretanto, beneficia-se com a possível diminuição dos seus encargos sociais considerando que essa mão-de-obra não é geradora de vínculo empregatício.

 

A presença de mulheres em cargos de chefia é também um indicador importante, revelando, quando é significativo, que a empresa admite em cargos de chefia profissionais, independentemente do gênero.

Em relação aos negros, portadores de necessidades especiais e outras minorias, os dados mostram se permaneceu ou aumento a proporção deles entre os colaboradores, e se o percentual de cargos de chefia ocupados pelos mesmos acompanhou essa evolução.

 

 

Verificando-se as informações expostas nas tabelas, observa-se a evolução do número de acidentes de trabalho e se a meta para o ano foi alcançada, bem como qual é a meta para o ano seguinte, e se permaneceu praticamente inalterada, mostrando um percentual em relação ao número de colaboradores.

 

Reconhece-se se tem que ser um percentual aceitável, considerando-se as atividades de periculosidade de parcela dos funcionários, quais foram as providências, e se são provavelmente resultado de políticas preventivas desenvolvidas pela empresa.

 

No que tange aos projetos sociais e ambientais desenvolvidos pela empresa é importante constatar como são escolhidos e decididos, mostrado se são ou não exclusivamente de iniciativa da alta direção, deixando transparecer se a empresa poderia vir a ser mais democrática, no momento em que não incluísse as sugestões e opiniões de seus colaboradores.

 

Quanto às reclamações na Justiça é importante verificar qual foi a quantidade nos anos anteriores e qual é a meta para o ano seguinte.

 

Quanto ao Atendimento ao Consumidor, é importante constatar no Procom ocorreram se reclamações e qual a meta para o ano seguinte, estipulando-se propostas de melhoria, para uma adequada redução.

 

As reclamações registradas na própria empresa, através da Central de Atendimento ao Cliente mostram números expressivos que precisam ser analisados e, considerando que a meta prevista para o ano seguinte estipula aumento de melhoria, observe-se que cumulativamente e, a longo prazo, poderá afetar a imagem institucional da empresa junto aos stackholders.

 

Todavia é importante comparar se o número de reclamações tem correspondência com o aumento da demanda da empresa e se o desempenho de novos contratos fez crescer o fluxo nas operações e consequentemente impactando nas exigências dos usuários.

 

A empresa apresenta as metas para o ano subsequente, em que são demonstrados seus objetivos a serem alcançados.

 

Percebe-se se no Balanço Social da empresa poderia ter evidenciado com mais pormenores as informações da equipe encarregada pela elaboração do referido Balanço.

 

Pode-se concluir com estas análises, considerando que o Balanço Social é uma importante ferramenta de divulgação da vida das empresas, ele é capaz de contribuir para a consolidação da imagem ética das empresas junto à sociedade.

 

6 Conclusões

A economia moderna exige que as empresas tenham responsabilidades sociais com seus colaboradores, seus clientes, fornecedores e acionistas, bem como com a comunidade

em que atuam, e com o meio ambiente, não mais restringindo às finalidades intrínsecas de cuidar exclusivamente de seu desempenho como empresa.

 

A sociedade quer saber também qual a contribuição que a empresa faz ao desenvolvimento e a sua melhoria como um todo.

 

Quanto mais transparente for a demonstração dessa contribuição, maior será sua credibilidade junto ao público.

 

O Balanço Social é um instrumento de gestão e de informação que evidencia plenamente as informações sociais quantificadas do desempenho das entidades e organizações, propiciando a visão completa da participação, contribuição social e econômica da empresa em seu ambiente de atuação, agregando, assim, um conjunto de informações, relacionando as despesas das empresas em itens considerados sociais.

 

Existem vários modelos de demonstração de Balanço Social que revelam a preocupação da empresa em adequar-se e adotar modelos conceituados, acompanhando a tendência das grandes empresas.

 

É importante:

 

Constatar a credibilidade da marca como a principal vantagem entre tantas advindas dos investimentos sociais desenvolvidos pela empresa.

 

Quantificar se foi direcionado adequado investimento em educação e treinamento para os colaboradores estimulando-os a desempenharem de melhor modo suas atividades, e agregarem mais valor aos seus resultados.

 

Recomendar à organização destinar melhores investimentos em educação, saúde/saneamento e combate à fome e à segurança alimentar, melhorando os indicadores dos Balanços Sociais anteriores.

 

Ser demonstrado à alta direção da empresa que se posicione quanto a políticas expressas, a disposição de maior envolvimento e compromisso com a sociedade, para realmente poder ser considerada uma empresa socialmente responsável.

 

  1. BALANÇO SOCIAL

Uma equipe multidisciplinar é importante no processo de mapeamento dos stakeholders em uma comunidade, pois garante uma análise sob diferentes prismas.

 

Além de profissionais ligados diretamente à gestão interna e ao planejamento estratégico, sejam integrados os conhecimentos de sociólogos, psicólogos, antropólogos os quais têm seus critérios e know how para analisar as relações sociais, suas estruturas e mecanismos de ação individuais e coletivos;

 

É essencial a contribuição desses profissionais com análises mais metódicas e adequadas que nortearão revelar subsídios para as futuras ações ou projetos que possam surgir a partir destes levantamentos a serem apresentados á consideração e aprovação da alta direção.

 

Deve-se informar ao aluno que geralmente é contratada uma empresa ou consultoria especializada que tem know-how neste tipo de diagnóstico.

 

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Autoria: Breno de Paula Andrade Cruz Resumo A discussão sobre Responsabilidade Social Empresarial -RSE- tem assumido grande importância na formação de profissionais de Administração e áreas afins pelo fato deste tema vir recebendo destaque no mercado a partir do momento que grandes empresas buscam um posicionamento estratégico. Por meio da pesquisa-ação e da experiência como docente e consultor, este trabalho tem como objetivo -re-pensar o ensino da RSE voltado para futuros administradores e propor uma visão inter e multidisciplinar no ensino deste tema. Neste sentido, o direcionamento adotado neste estudo destaca a importância da demarcação dos conceitos de Responsabilidade Social Empresarial, Assistencialismo e Filantropismo na construção de uma disciplina, além de abordar Stakeholders Theory, Comportamento Ético e Interesses da Empresa -Imagem, Reputação e Estratégia – Balanço Social-. Todos estes temas são contextualizados à realidade brasileira e por isso surge a necessidade de abordar o Diagnóstico Estratégico de Comunidades e seus Stakeholders. Ao final é apresentado um quadro com sugestões bibliográficas para os temas discutidos no artigo, corroborando o argumento de que o ensino de RSE deve ser inter e multidisciplinar, com enfoque gerencial e não somente uma abordagem filosófica. Palavras-Chave: Responsabilidade Social; Ensino em Administração; Contexto Brasileiro.

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ANEXO I – Instrumento de coleta de dados -coleta de dados gerais-. Ficha de

caracterização do perfil dos respondentes.

Pesquisa sobre a prática da noção de responsabilidade social corporativa. O caso da

Bolsa de Valores Sociais -BVS-.

 

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA

CASO DA BOLSA DE VALORES SOCIAIS.

CORPORATE SOCIAL RESPONSIBILITY: THE BRAZILIAN SOCIAL STOCK

EXCHANGE CASE. AUTOR WAGNER ROBERTO ROXO DE PÁDUA SOUZA

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

wroxo@bol.com.br

Resumo

Embora não haja unanimidade quanto à existência de uma teoria, a prática da responsabilidade social corporativa é inegável, principalmente como instrumento de marketing. Tal prática se fundamenta na crença de que decisões socialmente corretas geram um retorno positivo, ou seja, melhoram o desempenho econômico da empresa. Este artigo procura mostrar a recente experiência da Bolsa de Valores de São Paulo -Bovespa- que, após muitos anos praticando filantropia corporativa, decidiu lançar a Bolsa de Valores Sociais -BVS-, como uma forma de praticar a noção de responsabilidade social corporativa. O presente estudo de caso procurará investigar a eficácia da BVS como instrumento de marketing da Bovespa. Paralelamente, será verificada a validade do argumento instrumental da noção de responsabilidade social corporativa segundo a área acadêmica ´negócios e sociedade´, uma das vertentes teóricas do tema da responsabilidade social corporativa, qual seja: que existe uma relação positiva entre ações de responsabilidade social e desempenho econômico empresarial.

Palavras-chave: filantropia corporativa, responsabilidade social corporativa, governança corporativa.

 

 

 

 

 

I QUESTIONÁRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

Este questionário objetiva efetuar levantamento da situação relativa às ações de Responsabilidade Socioambiental, no intuito de preparar um programa de orientação, supervisão, apoio, e incremento das ações de Responsabilidade Socioambiental na Empresa …………………, bem como de colaboração entre os programas de todos os sites, visando ao alinhamento das ações, inclusive no que ser refere a esse tópico no Planejamento Estratégico. Com o propósito de garantir a uniformidade da metodologia empregada, solicitamos que o questionário seja preenchido até 31.07.10.

 

1 Programa de Responsabilidade Socioambiental

1.1 Esse site possui grupo ou programa de Responsabilidade Socioambiental? -em caso negativo ir para a questão 2-

1.2 Como funciona?

1.3 Há quanto tempo?

1.4 Existe formalmente, criado por ato ou portaria? Especifique.

1.5 Existe um setor específico?

1.5.1 Caso negativo, em que setor funciona o Programa?

1.6 Quantas pessoas fazem parte da equipe?

1.7 O programa conta com servidores exclusivos? Quantos?

1.8 Possui relatório anual? -em caso afirmativo, encaminhar para …-

1.9 Possui estabelecimento de metas e acompanhamento de resultados?

1.10 Especifique as ações desenvolvidas, as que estão em andamento e os resultados obtidos e pretendidos;

1.11 Tem Termo de …

1.12 As ações se estendem às outras unidades?

 

2 Sites da empresa

2.1 Existe programa específico nos sites da empresa?

2.1.1 Em quais?

2.2 Os programas estão interligados ao programa no site?

2.3 Caso sejam interligados, como funcionam?

2.4 Quem são os responsáveis? -setor, colaboradores-

2.5 No caso de programas independentes nos sites, anexar as respostas deste questionário referente a cada programa específico.

 

3 Inserção da Responsabilidade Socioambiental nas atividades da empresa

 

3.1 A responsabilidade Socioambiental está inserida transversalmente na Organização, ou seja, é considerada em todas as atividades?

3.2 Existe alguma orientação nesse sentido?

3.3 Já foi realizada alguma capacitação para os funcionários sobre o tema ou questões relacionadas?

3.4 O tema está inserido no Planejamento Estratégico?

3.5 A Organização possui Código de Ética?

3.6 Marque os temas considerados por essa Organização e detalhe os assinalados:

3.6.1 – – Meio Ambiente

3.6.1.1 – – Compras Sustentáveis

3.6.1.2 – – Gestão de Resíduos e Coleta Seletiva

3.6.1.3 – – Uso sustentável de recursos

3.6.1.4 – – Papel reciclado

3.6.1.5 – – Impressão frente e verso

3.6.1.6 – – Educação e Conscientização

3.6.1.7 – – Outros. Especifique

3.6.2 – – Inclusão

3.6.2.1 – – Gênero e diversidade

3.6.2.2 – – Acessibilidade

3.6.2.3 – – Outros. Especifique

3.6.3 – – Atendimento ao público

3.6.4 – – Programas para equipes terceirizadas

3.6.5 – – Segurança no trabalho

3.6.6 – – Capacitação

3.6.7 – – Pesquisa de Clima

3.6.8 – – Outros. Especifique.

 

4 Programas de Trabalho junto à comunidade

4.1 A Organização possui programas de trabalho junto à Comunidade?

4.2 Organiza programa de trabalho voluntário?

4.3 No caso de realizar Coleta Seletiva, tem Termo de Compromisso com cooperativas ou associações de catadores?

4.3.1 Caso tenha parceria com os catadores, promove alguma ação voltada para esse público?

4.4 Possui ação comunitária itinerante?

4.5 Quais sites praticam ação comunitária itinerante?

4.5.1 Em que locais?

4.5.2 Qual a periodicidade?

 

5 O que é importante para o desenvolvimento do trabalho? Quais as carências e necessidades?

 

6 No caso de não existir qualquer ação interna de Responsabilidade Socioambiental, a que isso se deve e qual a necessidade para que se efetive?

7 Sugestões, comentários e outras questões relevantes que não foram contempladas neste questionário:

“A sociedade descartável encontra seu equilíbrio entre produção e consumo necessário para sua contínua reprodução, somente se ela puder artificialmente “consumir” em grande velocidade -isto é descartar prematuramente- grandes quantidades de mercadorias, que antes pertenciam à categoria de bens relativamente duráveis” -Mészaros, 1989-.

Kotler em seu livro Marketing de A a Z -2003-, coloca as seguintes considerações

“As empresas têm de descobrir e preencher as necessidades dos clientes, mas como atualmente restam poucas necessidades que já não tenham sido atendidas pelas empresas, a resposta é criar necessidades, por exemplo, os consumidores jamais pensaram em gravadores e câmeras de vídeo cassete, fax, computadores, até que esses produtos fossem lançados no mercado. Os consumidores têm de ser conscientizados a respeito de suas necessidades e desejos e as empresas desempenham um papel fundamental nessa conscientização. As empresas não são apenas induzidas pelos mercados, mas também são indutoras e nesse sentido a competição é menos uma corrida para atender às demandas dos consumidores e mais um esforço contínuo para criar novas demandas.-Kotler, 2003 –

“Na indústria, o modelo capitalista de produção em massa introduzia os mesmos produtos em milhões de lugares, mas uma vez que se conquistava isso em algum ramo de produção, era necessário criar novas necessidades, fazendo variantes do mesmo produto para poder ampliar ainda mais o mercado. -…- A diversificação dos eletrodomésticos é um exemplo disso. Paralelamente à criação de novas necessidades, a indústria capitalista foi transitando até produtos de qualidade cada vez pior, cuja vida útil mais curta permita a rotação mais rápida do capital. As modas se abreviaram no tempo, os novos produtos passaram a obsoletar os mais antigos com maior rapidez, e o lixo e a poluição começaram a se amontoar também rapidamente” -Folladori, 2001-.

“Uma abordagem ampla da questão dos resíduos, colocaria em xeque as atuais estruturas do poder, alicerçadas em um paradigma eminentemente econômico. O que se observa atualmente é o desenvolvimento de técnicas que visam somente desobstruir o gargalo que os resíduos representam ao consumo ou no máximo promover o reaproveitamento dos materiais atrativos economicamente. Diante desse quadro evidencia-se a necessidade de uma compreensão mais global da questão, o que certamente implica em uma profunda avaliação histórica das relações homem-meio ambiente. Mais do que uma avaliação simplesmente técnico-economica dos diversos métodos e tecnologias empregadas no processamento dos resíduos é premente a busca de uma nova proposta metodológica que permita enfocar os principais componentes estruturais  da questão.” -Figueiredo, 1995-.

ROZENFELD&PORTO in Vilela et al  -2004-

“[…]a propaganda e o marketing conseguem maquiar a tal ponto os objetos que o quantum de necessidade que passa a ser atribuído ao mesmo perde substância racional adquirindo enorme elasticidade, inserindo um conjunto de fatores emocionais ligados aos desejos e sonhos de cada consumidor. Deste modo Ter passa a ser mais importante do Ser e a satisfação do ato de consumir transcende à que emana do objeto consumido. A ideologia do especialista assegura que somente os que detêm um conhecimento especializado estão aptos a resolver as complexas. ”

“De início as necessidades de expansão da produção podem ser satisfeitas atraindo para a estrutura novos grupos de pessoas, anteriormente excluídas, tornando disponíveis mercadorias anteriormente reservadas aos privilegiados. Além de um certo ponto, entretanto, as mercadorias destinadas ao alto consumo de massa não são mais suficientes para manter afastado da porta os lobos da superprodução. Assim torna-se necessário divisar meios que possam reduzir a taxa pela qual qualquer tipo particular de mercadoria é usado, encurtando deliberadamente sua vida útil, a fim de tornar possível o lançamento de um contínuo suprimento de mercadorias superproduzidas no redemoinho da circulação acelerada. A” obsolescência planejada “, em relação a bens de consumo duráveis produzidos em massa, a substituição, o abandono ou o aniquilamento deliberado de bens e serviços que oferecem um potencial de utilização intrinsecamente maior, em favor do crescente desperdício resultante da introdução de tecnologia. nova, contradizendo a alegada economia de recursos materiais, a extinção deliberada das habilidades e dos serviços de manutenção, para compelir os clientes a comprar, dispendiosos produtos ou componentes novos, quando os objetos descartados poderiam facilmente ser consertados” -Mészaros, 1989-

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Fonte: BENS DE CONSUMO DURÁVEIS, PORÉM  DESCARTÁVEIS:  A GESTÃO DE RESÍDUOS DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS E ELETRÔNICOS PÓS-CONSUMO Autores: Ângela Cássia Rodrigues, Rodolfo A de  Gouveia Vilela e Paulo Jorge Moraes Figueiredo  Instituição:             UNIVERSIDADE  METODISTA DE PIRACICABA – UNIMEP

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